A Irlanda do Norte enfrentou uma segunda noite consecutiva de distúrbios anti-imigração, resultando em 12 policiais feridos e 16 pessoas presas. O governo britânico classificou os eventos como 'violência racista' e condenou o uso de um ataque a faca em Belfast para incitar ódio contra imigrantes.
Confrontos e prisões
Os distúrbios ocorreram em Glengormley, próximo a Belfast, onde a polícia bloqueou manifestantes. Durante os confrontos, 12 agentes ficaram feridos e 16 suspeitos foram detidos. As autoridades afirmam que a situação foi agravada por figuras da extrema direita, que teriam mobilizado grupos para atacar comunidades imigrantes.
Contexto do esfaqueamento
A escalada de tensão teve início após um esfaqueamento em Belfast, cujo suspeito, um homem sudanês, teve sua prisão mantida. Líderes políticos locais e o governo britânico repudiaram o uso do incidente para fomentar divisões raciais e pediram calma à população.
O governo britânico prometeu reforçar a segurança e investigar os responsáveis pelos distúrbios. Organizações de direitos humanos também se manifestaram, alertando para o aumento de discursos de ódio e ataques contra imigrantes no Reino Unido.



