Meta ambiciosa para o varejo
A China anunciou uma meta de cerca de 60 trilhões de iuanes (US$ 8,85 trilhões) em vendas no varejo até 2030, como parte de seu primeiro plano quinquenal dedicado a impulsionar o consumo. O plano, aprovado pelo Conselho de Estado e divulgado nesta segunda-feira, visa expandir o consumo de serviços em áreas como cuidados com idosos e crianças, saúde, cultura, turismo, esportes e educação.
Aumento do consumo de serviços e turismo
O plano prevê aumento nos gastos relacionados ao turismo, ampliação da isenção de visto para mais países e mais voos internacionais diretos para Europa, EUA e países participantes da Nova Rota da Seda. A China pretende aumentar significativamente a taxa de consumo das famílias e fortalecer o papel do consumo como motor do crescimento econômico.
Novos modelos de consumo
Pequim promoverá novos modelos de consumo, incluindo consumo digital, impulsionado por IA, verde, gastos com experiências e consumo de turistas estrangeiros. O plano também destaca a necessidade de aumentar o poder de compra das famílias por meio de mais empregos, salários mais altos, maior renda imobiliária, melhoria da previdência social e serviços públicos melhores.
Eliminação de restrições
A China se comprometeu a eliminar “medidas restritivas irracionais” em áreas como compra de automóveis, habitação e autorizações para eventos de entretenimento, de acordo com o plano. As políticas fiscal e financeira devem dar maior ênfase aos benefícios diretos aos consumidores, aos gastos com subsistência e à infraestrutura relacionada ao consumo, afirma o plano.



