O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, telefonou para o presidente eleito da Colômbia, Rodolfo Hernández, na última segunda-feira (21) para parabenizá-lo pela vitória nas eleições e destacar a construção de uma relação bilateral 'poderosa'. A informação foi divulgada pela Casa Branca em comunicado oficial.
Detalhes da conversa
Segundo o comunicado, Trump expressou entusiasmo com a perspectiva de trabalhar com Hernández, que venceu o segundo turno das eleições presidenciais colombianas em 19 de junho. O presidente americano enfatizou que os dois países têm uma parceria estratégica e que espera fortalecer os laços econômicos e de segurança.
Hernández, por sua vez, agradeceu o apoio e reafirmou o compromisso de manter uma cooperação estreita com Washington. A conversa durou cerca de 15 minutos e abordou temas como comércio, combate ao narcotráfico e migração.
Contexto político
A ligação ocorre em meio a um cenário de mudanças na América Latina, com a ascensão de líderes de esquerda em países como Chile, Peru e Brasil. Hernández, um empresário de direita, é visto como um aliado natural dos EUA na região. Analistas apontam que a relação entre os dois países deve se intensificar, especialmente na área de segurança, com a Colômbia sendo um dos principais parceiros dos EUA no combate ao tráfico de drogas.
O presidente colombiano eleito também sinalizou interesse em renegociar acordos comerciais e atrair investimentos americanos. 'Estamos prontos para trabalhar juntos em prol do desenvolvimento e da prosperidade', afirmou Hernández em nota após a ligação.
Impacto na região
A parceria EUA-Colômbia é considerada uma das mais sólidas na América do Sul. Durante o governo Trump, os dois países mantiveram cooperação em áreas como segurança cibernética e luta contra o terrorismo. Com Hernández, espera-se que essa relação se aprofunde, com possíveis novos acordos bilaterais.
Especialistas destacam que a conversa telefônica é um sinal de que os EUA querem garantir influência na região, em contraponto à influência de países como China e Rússia. A Colômbia, por sua localização estratégica e economia estável, é um parceiro chave para Washington.



