A candidata presidencial peruana Keiko Fujimori anunciou nesta terça-feira a escolha de um economista de orientação pró-mercado para comandar o Ministério da Fazenda, caso vença as eleições. A decisão é vista como um sinal de compromisso com a estabilidade fiscal e a continuidade das reformas econômicas implementadas nos últimos anos.
Detalhes da nomeação
O escolhido, cujo nome ainda não foi oficialmente divulgado, é um economista com vasta experiência em instituições financeiras internacionais e defensor de políticas de abertura comercial e disciplina fiscal. Segundo assessores de Fujimori, a escolha reflete a prioridade de manter a confiança dos mercados e atrair investimentos estrangeiros.
Em declaração à imprensa, a candidata afirmou: “Nosso governo será responsável com os recursos públicos e promoverá um ambiente de negócios competitivo. O novo ministro da Fazenda terá total autonomia para implementar as reformas necessárias.”
Impacto esperado
Analistas políticos avaliam que a nomeação busca neutralizar críticas de que um eventual governo Fujimori poderia ser populista. A economia peruana cresceu 3,2% no último trimestre, mas enfrenta desafios como inflação elevada e déficit fiscal.
O anúncio ocorre em meio à campanha para o segundo turno, no qual Fujimori enfrenta o candidato de esquerda. A escolha de um perfil liberal-econômico é estratégica para conquistar o eleitorado moderado e o setor empresarial.



