O ataque ocorrido no sábado, 25, durante a Parada do Orgulho LGBTQIA+ em Berlim foi classificado pelo governo alemão como um ato de terrorismo islâmico. Uma mulher morreu e dezenas de pessoas ficaram feridas no incidente, que aconteceu uma semana após a Alemanha elevar o nível de alerta devido ao risco de ataques terroristas.
Classificação oficial
As autoridades alemãs confirmaram que o ataque na Parada LGBT foi um ato de terrorismo islâmico, de acordo com informações oficiais. A investigação está em andamento, e a polícia não descarta a possibilidade de envolvimento de células extremistas. O ataque ocorreu em plena luz do dia, causando pânico entre os participantes do evento, que reúne milhares de pessoas anualmente.
Contexto de alerta elevado
Uma semana antes do ataque, a Alemanha havia elevado o nível de alerta terrorista diante de ameaças crescentes de grupos islâmicos. O governo federal reforçou a segurança em eventos públicos e locais de grande concentração, mas o ataque na Parada do Orgulho evidenciou a fragilidade das medidas preventivas. O incidente provocou comoção nacional e internacional, com líderes mundiais condenando a violência.
Vigília e reações
O chanceler Friedrich Merz participou de uma vigília em homenagem às vítimas realizada na Igreja de Santa Maria, em Berlim. Durante o evento, Merz prestou solidariedade às famílias das vítimas e reiterou o compromisso do governo em combater o terrorismo. A comunidade LGBTQIA+ manifestou pesar e exigiu maior proteção em eventos futuros. A Parada do Orgulho de Berlim é um dos maiores eventos do tipo na Europa, e o ataque gerou debates sobre segurança e liberdade de expressão.
Até o momento, não há informações sobre a identidade do autor do ataque, mas as investigações seguem focadas em possíveis conexões com redes terroristas internacionais. O governo alemão prometeu punir os responsáveis com todo o rigor da lei.



