A seleção argentina mostrou mais uma vez sua capacidade de reação ao vencer a Inglaterra por 2 a 1 na semifinal da Copa dos Estados Unidos, realizada na terça-feira (15) em Atlanta. A virada, construída nos 55 minutos finais, não foi fruto do acaso, mas de um trabalho bem feito, longevo e estruturado ao longo de oito anos sob o comando de Lionel Scaloni.
O jogo e a virada argentina
Thomas Tuchel, técnico alemão da Inglaterra, colocou sua equipe em vantagem no início do segundo tempo, mas não conseguiu conter a reação argentina. O time sul-americano oprimiu o adversário, que recuou de forma constrangedora, deixando os lados do campo à disposição de Lionel Messi, considerado o melhor jogador deste século. A vitória por 2 a 1 defende o trabalho consistente da Argentina, que tem barrado o fracasso com coragem invejável.
Argentina: uma seleção exemplar
Segundo analistas, a Argentina tem tudo que se gostaria de ver com a camisa brasileira: um semideus com a camisa 10, rodeado por coadjuvantes de qualidade que se doam como irmãos na defesa do pai. A equipe de Scaloni é a atual campeã mundial e da última Copa América (2024), além de liderar o ranking da Fifa.
A final contra a Espanha
A grande final será no domingo (19), em Nova Iorque, contra a Espanha, atual campeã europeia e olímpica (2024), vice-líder do ranking. De um lado, o futebol solidário movido pela genialidade de Messi; do outro, o jogo coletivo puxado pelo prodígio Lamine Yamal. O confronto reunirá o que de melhor o torneio ofereceu.



