Julgar, criar e confiar seguem sendo atribuições humanas, diz CEO do iFood
Julgar, criar e confiar são atribuições humanas, diz CEO do iFood

CEO do iFood destaca habilidades humanas essenciais na era da IA

O CEO do iFood, Fabio Seixas, afirmou que julgar, criar e confiar seguem sendo atribuições exclusivamente humanas, mesmo com o avanço da inteligência artificial (IA). A declaração foi feita durante um evento sobre tecnologia e carreiras realizado em São Paulo.

Segundo Seixas, a IA pode automatizar tarefas repetitivas e analisar grandes volumes de dados, mas não substitui a capacidade humana de tomar decisões complexas baseadas em contexto e empatia. "A tecnologia é uma ferramenta poderosa, mas o julgamento humano continua insubstituível", disse.

Impacto da IA no mercado de trabalho

O CEO destacou que a IA está transformando o mercado de trabalho, mas as habilidades humanas serão cada vez mais valorizadas. Ele citou dados de uma pesquisa recente que mostra que 70% dos empregadores brasileiros planejam aumentar investimentos em treinamento de habilidades socioemocionais nos próximos dois anos.

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"Criatividade, pensamento crítico e confiança são competências que a IA não consegue replicar. As empresas precisam investir no desenvolvimento dessas capacidades", afirmou Seixas.

O papel da confiança nas relações de trabalho

Seixas também enfatizou a importância da confiança nas relações profissionais. "A confiança é a base para a colaboração e inovação. Sem ela, a tecnologia não gera resultados significativos", explicou. Ele defendeu que líderes devem cultivar ambientes de trabalho que promovam a confiança e a autonomia.

O iFood, segundo Seixas, tem implementado programas de capacitação focados em habilidades humanas, como liderança e comunicação, para preparar seus colaboradores para o futuro do trabalho.

Desafios e oportunidades da transformação digital

O CEO reconheceu que a transformação digital traz desafios, como a necessidade de requalificação profissional. No entanto, ele vê oportunidades para quem desenvolver competências complementares à IA. "A tecnologia cria novas funções e exige que as pessoas se adaptem. A chave é aprender continuamente", concluiu.

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