O mercado da bola já movimentou mais de R$ 6,7 bilhões com contratações de jogadores que se destacaram na Copa do Mundo de 2026. Segundo levantamento do ge, dos 1.248 atletas convocados para o torneio, 83 já trocaram de clube desde o início da competição. O número deve crescer, já que boa parte das janelas internacionais de transferência ainda está no início.
Maiores investimentos individuais
O Manchester City fechou o maior investimento da janela em uma única contratação: pagou 116 milhões de libras (cerca de R$ 805 milhões) para tirar o volante Elliot Anderson do Nottingham Forest. O jogador participou de todas as partidas da Inglaterra na Copa, destacando-se com 24 desarmes e 78,7 km percorridos, o maior volume do elenco inglês.
Outra contratação de impacto foi a do meia-atacante Rogers pelo Chelsea. O clube pagou 117 milhões de libras ao Aston Villa pelo autor da assistência no gol de Gordon na semifinal do Mundial, partida em que a Inglaterra abriu o placar, mas viu a Argentina virar no fim.
O Bayern de Munique fechou o pódio ao investir mais de R$ 650 milhões em dois reforços: o lateral-esquerdo Brown, ex-Eintracht Frankfurt, por 55 milhões de euros, e o centroavante Saibari, autor de três gols na Copa pelo Marrocos, também por 55 milhões de euros.
Real Madrid e os maiores gastadores
Ativo no mercado, o Real Madrid anunciou quatro nomes, sendo o clube que mais trouxe jogadores da Copa. O campeão mundial Cucurella foi comprado por 55 milhões de euros, e o lateral holandês Dumfries chegou por 20 milhões de euros. O zagueiro francês Konaté e o meia português Bernardo Silva vieram sem custos.
Veja os times que mais gastaram com reforços da Copa do Mundo:
- Manchester City: R$ 804,993 milhões
- Chelsea: R$ 798,712 milhões
- Bayern de Munique: R$ 650,072 milhões
- Real Madrid: R$ 439,925 milhões
- Milan: R$ 437,295 milhões
- Aston Villa: R$ 409,318 milhões
- Tottenham: R$ 354,90 milhões
- Brighton: R$ 342,044 milhões
- Newcastle: R$ 295,685 milhões
- Manchester United: R$ 237,701 milhões
Maiores arrecadadores com vendas
Se o Manchester City foi quem mais gastou, o Aston Villa foi quem mais arrecadou com vendas de jogadores que passaram pela Copa. Além de Rogers, negociado com o Chelsea por 117 milhões de libras, o clube vendeu o meia belga Tielemans ao Manchester United por 41 milhões de euros e o lateral Digne ao PSG por 10 milhões de euros. Veja os maiores arrecadadores:
- Aston Villa: R$ 1,094 bilhão
- Nottingham Forest: R$ 804,993 milhões
- Paris Saint-Germain: R$ 437,295 milhões
- Eintracht Frankfurt: R$ 429,851 milhões
- Freiburg: R$ 409,318 milhões
- Bayer Leverkusen: R$ 366,254 milhões
- Brighton: R$ 354,9 milhões
- PSV: R$ 325,231 milhões
- Chelsea: R$ 321,651 milhões
- Tottenham: R$ 312,317 milhões
Premier League domina investimentos
Do total levantado, 60,39% foi gasto por clubes ingleses: 15 contratações somando pouco mais de R$ 4 bilhões. A Alemanha vem em segundo, com R$ 821 milhões em oito reforços. Distribuição por liga:
- Inglaterra: R$ 4,057 bilhões
- Alemanha: R$ 821,504 milhões
- Itália: R$ 588,271 milhões
- Espanha: R$ 569,931 milhões
- Arábia Saudita: R$ 230,265 milhões
- Turquia: R$ 193,418 milhões
- França: R$ 58,068 milhões
- México: R$ 51,129 milhões
- Escócia: R$ 41,365 milhões
- Portugal: R$ 26,130 milhões
Além dos 83 jogadores contratados por novos clubes, o ge contabilizou outros 57 casos de atletas que retornaram ao clube de origem após empréstimo, que não entraram na lista. Também ficaram de fora jogadores que fecharam com novo clube antes do início do Mundial, como o atacante Gordon, anunciado pelo Barcelona em maio por R$ 467,3 milhões.



