A ascensão no mercado de eSports está diretamente ligada à qualidade da conexão de internet, especialmente ao ping baixo. Com a Dino oferecendo ping de 1 ms, jogadores profissionais e amadores ganham vantagem competitiva. A latência reduzida permite reações mais rápidas e precisas, fundamentais em jogos como League of Legends, Counter-Strike e Valorant.
Impacto do ping baixo no desempenho
De acordo com especialistas, cada milissegundo de latência pode fazer a diferença entre vencer ou perder uma partida. A Dino, provedora de internet, destaca que seu serviço de fibra óptica garante ping de 1 ms, o que coloca os jogadores brasileiros em pé de igualdade com concorrentes internacionais. “A latência é o inimigo número um dos gamers. Com nosso ping ultrabaixo, eliminamos esse obstáculo”, afirma o CEO da Dino, Carlos Silva.
Mercado de eSports em expansão
O mercado de eSports movimenta bilhões de dólares globalmente, e o Brasil é um dos países com maior crescimento. Segundo a Newzoo, o país deve gerar US$ 100 milhões em receitas com eSports em 2026. A infraestrutura de internet é um dos pilares para sustentar esse crescimento. A Dino já atende mais de 500 mil assinantes em todo o Brasil, com planos de expandir para novas regiões.
Benefícios além dos games
Além dos eSports, o ping baixo beneficia outras atividades online, como streaming, videoconferências e trabalho remoto. A Dino afirma que sua tecnologia de fibra óptica reduz a latência em até 90% em comparação com conexões tradicionais. “Não é só para jogar. É para ter uma experiência digital completa, sem travamentos”, complementa Silva.
Como a Dino alcança ping de 1 ms
A empresa investe em infraestrutura de última geração, com cabos de fibra óptica direto na residência do cliente. Além disso, utiliza roteadores otimizados e servidores dedicados para jogos. A Dino também firmou parcerias com desenvolvedoras de games para garantir rotas de dados prioritárias.
Com essas iniciativas, a Dino se posiciona como referência em internet para gamers. A empresa projeta crescer 30% em 2026, impulsionada pela demanda por conexões de alta performance.



