A Adidas foi a grande vencedora da Copa do Mundo, com a vitória da Espanha sobre a Argentina na final. A marca alemã patrocinava as duas seleções finalistas e grande parte dos principais protagonistas do torneio.
Adidas domina a final
Tanto a Espanha quanto a Argentina usaram uniformes da Adidas. A marca também patrocina as maiores estrelas da decisão: Lionel Messi, principal nome argentino, e Lamine Yamal, destaque da campanha espanhola, além de Rodri, eleito o melhor jogador da Copa.
Nike fica de fora
Para a Nike, o cenário foi oposto. A empresa norte-americana viu suas principais apostas serem eliminadas antes da final. França e Inglaterra, ambas patrocinadas pela marca, caíram nas semifinais, e Kylian Mbappé, um dos principais rostos da Nike no futebol mundial, ficou fora da disputa pelo título.
Exposição nas redes sociais
A superioridade da Adidas também se refletiu na exposição digital. Messi, com mais de 500 milhões de seguidores no Instagram, segue entre os atletas mais influentes do planeta. Lamine Yamal já se aproxima dos 50 milhões de seguidores, despontando como um dos maiores fenômenos da nova geração.
Entre os jogadores mais populares da Argentina, Julián Álvarez, Emiliano Martínez e Lisandro Martínez também usam chuteiras da Adidas. O único entre os cinco mais seguidos da seleção patrocinado pela Nike é Leandro Paredes.
Outros patrocínios na Espanha
Na Espanha, além de Lamine Yamal, Pedri e Pau Cubarsí são atletas da Adidas. Já Ferran Torres é patrocinado pela Under Armour, enquanto Marc Cucurella utiliza materiais da Puma.
Vantagem antes do torneio
A vantagem da Adidas já era perceptível antes mesmo do início da Copa. Das 48 seleções participantes, 14 usavam uniformes da fabricante alemã, contra 12 da Nike. A Puma aparecia logo atrás, com 11 equipes, enquanto outras dez marcas dividiam o restante dos contratos.



