O Vitória sofreu um golpe duro ainda no primeiro tempo da partida contra o Palmeiras, na noite desta quarta-feira, no Barradão. Aos 41 minutos, o time baiano já tinha perdido dois zagueiros por expulsão: Cacá, por falta dura em Arias, e Luan Cândido, por fazer gesto de roubo contra o árbitro Alex Gomes Stefano.
Expulsão de Cacá
Aos 35 minutos do primeiro tempo, o VAR, comandado por Marco Aurelio Augusto Fazekas Ferreira, chamou o árbitro para revisar uma falta de Cacá sobre Arias. Após analisar as imagens, Stefano manteve a decisão de cartão vermelho direto. O zagueiro do Vitória deixou o campo revoltado, abrindo caminho para uma sequência de eventos que culminaria em uma nova expulsão.
Revolta e segunda expulsão
Revoltado com a decisão, Luan Cândido fez um gesto de roubo direcionado ao árbitro. O VAR novamente acionou Stefano, que, após revisar a atitude do zagueiro, decidiu expulsá-lo também. Com isso, o Vitória ficou com dois jogadores a menos ainda na primeira etapa, complicando ainda mais a vida do técnico e da equipe.
Os jogadores do Vitória já estavam insatisfeitos com a arbitragem pela não expulsão do meia Maurício, do Palmeiras, após uma falta dura em Cacá também no primeiro tempo. Para o comentarista de arbitragem PC Oliveira, Alex Gomes Stefano deveria ter aplicado cartão vermelho direto ao jogador do Palmeiras. "Foi uma falta violenta, com risco de lesão. O árbitro errou ao não expulsar Maurício", afirmou Oliveira.
Impacto no jogo
Com dois jogadores a menos, o Vitória teve que se reorganizar taticamente, mas a vantagem numérica favoreceu o Palmeiras, que pressionou em busca do gol. A partida, válida pelo Campeonato Brasileiro, ainda teria o segundo tempo pela frente, mas o time da casa já estava em desvantagem clara.
A torcida no Barradão manifestou sua indignação com as decisões da arbitragem, que resultaram em uma expulsão dupla inédita para o Vitória na temporada. A situação gerou debate sobre a atuação do VAR e a consistência das decisões no futebol brasileiro.



