Toque no braço de Yamal não anula pênalti; entenda regra
Toque no braço de Yamal não anula pênalti; entenda

Polêmica na semifinal da Copa do Mundo 2026

Na semifinal da Copa do Mundo 2026 entre Espanha e França, um lance polêmico gerou dúvidas sobre a marcação de um pênalti para a Espanha. A bola tocou no braço de Lamine Yamal antes de ele ser derrubado por Lucas Digne dentro da área. Contudo, a arbitragem considerou o toque acidental e manteve a penalidade, decisão que gerou debates entre torcedores e especialistas.

O lance: toque no braço antes da falta

No momento do lance, Yamal disputava a bola com Digne quando a redonda resvalou em seu braço direito. Imediatamente depois, o defensor francês cometeu a falta, derrubando o atacante espanhol. O árbitro, após consulta ao VAR, confirmou o pênalti, ignorando o toque prévio no braço de Yamal.

Por que o toque não anulou o pênalti?

De acordo com as regras do futebol, toques acidentais na mão ou braço não são punidos quando ocorrem em lances ofensivos, desde que não haja intenção de marcar gol ou criar uma chance clara. No caso, o braço de Yamal estava junto ao corpo, em posição natural, e o toque foi considerado acidental, sem interferir diretamente na jogada. A regra específica para atacantes, que prioriza o não benefício de um toque acidental, também foi aplicada.

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Reações e impacto na partida

A decisão foi criticada por alguns jogadores franceses, mas defensores apontam que a regra é clara. O pênalti foi convertido, e a Espanha seguiu para a final. O lance reacendeu o debate sobre a interpretação das regras de mão na bola, especialmente em lances ofensivos.

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