Ronaldo, Trump e Infantino: quem pode tocar na taça da Copa?
Ronaldo, Trump e Infantino: autorizados a tocar na taça

Durante a final da Copa do Mundo de 2026, realizada entre Argentina e Espanha, uma cena chamou a atenção: o ex-jogador Ronaldo Fenômeno levou a taça original da Copa do Mundo ao camarote do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que estava acompanhado do presidente da Fifa, Gianni Infantino. Os três personagens estão entre os grupos autorizados pela entidade máxima do futebol a tocar no objeto original, sem necessidade de luvas.

Quem pode tocar na taça original?

De acordo com as regras da Fifa, apenas três categorias de pessoas têm o privilégio de tocar na taça da Copa do Mundo: campeões mundiais, dirigentes da entidade e chefes de Estado. Ronaldo, bicampeão mundial em 1994 e 2002, se enquadra na primeira categoria. Gianni Infantino, como presidente da Fifa, está na segunda. E Donald Trump, como presidente dos Estados Unidos, país-sede do torneio, representa a terceira.

A restrição é rigorosa: mesmo pessoas usando luvas não estão autorizadas a tocar no troféu, a menos que pertençam a um desses grupos. A medida visa preservar a integridade e o simbolismo do objeto, que é um dos mais icônicos do esporte.

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O contexto da cena

A cena ocorreu no camarote presidencial do estádio, durante a partida decisiva. Ronaldo, que atuou como embaixador da Copa do Mundo, levou a taça para apresentá-la a Trump. Infantino, ao lado, observava a interação. A imagem rapidamente se espalhou pelas redes sociais, gerando curiosidade sobre quem poderia ou não tocar no troféu.

Segundo a Fifa, a taça original é feita de ouro maciço e pesa cerca de 6,1 kg. Apenas réplicas são utilizadas em eventos públicos para evitar danos. No entanto, em ocasiões especiais, como a final do torneio, a peça original é exibida e pode ser manuseada por pessoas autorizadas.

Impacto e repercussão

A presença de Trump no evento gerou debates políticos, mas a Fifa manteve o foco no aspecto esportivo. A entidade não comentou oficialmente a cena, mas fontes internas confirmaram que todos os envolvidos estavam dentro das regras. A imagem de Ronaldo, Trump e Infantino juntos simboliza a união entre esporte, política e administração esportiva, ainda que de forma controversa para alguns.

Para os fãs de futebol, a cena reforça o status de Ronaldo como um dos maiores jogadores da história, capaz de transitar entre os bastidores do poder. Já para críticos, a aproximação com Trump levanta questões sobre a politização do esporte. Independentemente da opinião, a regra da Fifa é clara: apenas campeões, dirigentes e chefes de Estado podem tocar na taça sem luvas.

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