Professor de SC coleciona mais de mil itens da Copa do Mundo há 20 anos
Professor de SC coleciona mais de mil itens da Copa

O professor aposentado Martinho Joel Wolter, de 56 anos, morador de Balneário Camboriú, no Litoral Norte de Santa Catarina, é proprietário de uma impressionante coleção com mais de mil itens relacionados à Copa do Mundo. Entre as peças, destacam-se objetos raros, como um porta-copos de 1958 e um estojo de cigarros do Mundial de 1970.

Uma coleção que começou há duas décadas

Apaixonado por esportes, Martinho iniciou sua coleção há 20 anos, quando ainda atuava como professor de educação física em uma escola da cidade. Os objetos eram utilizados como material didático em sala de aula. "Já trabalho há alguns anos com o tema Copa do Mundo, sempre montando uma sala temática para apresentar o futebol para as crianças. Também frequento mercados de pulgas e faço garimpos em busca de itens antigos, que hoje são mais difíceis de encontrar", explica.

Itens variados e curiosos

O acervo inclui uniformes, álbuns de figurinhas, mascotes, miniaturas de jogadores, vinis e uma vasta gama de produtos promocionais, como latas de leite, refrigerantes, sucos, embalagens de chocolate, caixas de fósforo antigas, tampinhas, xampu e gomas de mascar. O item mais antigo são as caixas de fósforo da Seleção Brasileira de 1958.

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O objeto com a história mais curiosa, segundo o colecionador, é uma bola de borracha conhecida como "Dente de Leite", da década de 1970. "Um amigo a resgatou de uma fogueira pensando em mim. Ela tem um jogador parecido com o Pelé e um sombreiro do outro lado. Está meio queimada, mas foi um resgate", recorda.

Peças raras e de época

O porta-copos da Copa de 1958 e o porta-carteira de cigarro de 1970 são considerados itens raros pelo professor. "São raros por serem de época e por serem itens usados no dia a dia. Poucos foram guardados", detalha.

Visitação aberta ao público

A coleção pessoal de Martinho está disponível para visitação no Centro Educacional Municipal (CEM) Dona Lili, em Balneário Camboriú, onde ele trabalhou por aproximadamente 25 anos. As visitas devem ser agendadas e o acervo ficará disponível até o final da Copa do Mundo de 2026.

Escolas públicas e privadas de Balneário Camboriú e região podem visitar gratuitamente. Cada visita dura cerca de 35 minutos, para turmas de até 35 alunos. Os agendamentos são feitos na secretaria da escola, localizada na Rua Fermino Taveira Cruz, nº 219, no Bairro da Barra.

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