A equipe responsável pelas bandeiras da Copa do Mundo de 2026 enfrentou desafios logísticos extremos, como mofo e infestação de ratos, para preparar a cerimônia pré-jogo entre Inglaterra e Noruega, realizada no Hard Rock Stadium, em Miami.
Operação emergencial cinco horas antes do jogo
Cinco horas antes da partida, a bandeira inglesa foi encontrada com mofo, exigindo uma operação especial de recuperação. O item, de grandes dimensões, precisou ser limpo e seco às pressas para que pudesse ser utilizado na cerimônia de abertura.
De acordo com a organização, o calor e a umidade de Miami contribuíram para o surgimento do mofo, além de uma infestação de ratos que já havia danificado outros materiais ao longo do torneio.
70 voluntários e coreografia precisa
A operação envolveu 70 voluntários, que trabalharam em uma coreografia precisa para garantir que a bandeira fosse estendida corretamente durante o hino nacional. “Foi um trabalho de formiga. Cada voluntário sabia exatamente onde posicionar as mãos para evitar rasgos e garantir o efeito visual”, explicou um dos coordenadores da equipe.
O incidente com a bandeira inglesa não foi isolado. Ao longo da Copa, outros bandeirões já haviam sido alvo de mofo e ratos, forçando a equipe a desenvolver protocolos de limpeza e armazenamento mais rigorosos.
Impacto na cerimônia e legado
Apesar dos contratempos, a cerimônia transcorreu sem maiores problemas, com a bandeira sendo exibida em todo o seu esplendor. O episódio, no entanto, levanta questões sobre as condições de armazenamento dos equipamentos em estádios com clima tropical.
A organização da Copa do Mundo de 2026 afirmou que irá revisar os procedimentos logísticos para evitar que situações como essa se repitam nas próximas partidas.



