Meg, a cachorrinha albina de 'Quem Ama Cuida', vira estrela nos bastidores
Meg, cachorrinha albina de 'Quem Ama Cuida', vira estrela nos bastidores

Meg, uma cachorrinha albina de oito anos, tornou-se uma das presenças mais disputadas nos bastidores da novela 'Quem Ama Cuida', nos Estúdios Globo. Ela interpreta Maria Antonieta, a pet da vilã Pilar, e conquistou colegas de elenco com seu carisma e rotina de estrela.

Rotina de estrela

A rotina de Meg é organizada como a de qualquer integrante do elenco. Ela chega acompanhada da tutora, Mariana, e também de uma treinadora, responsável por orientar os comandos necessários para cada cena. Além do figurino e dos acessórios personalizados, alguns cuidados são indispensáveis. Por ser albina, Meg usa filtro solar para proteger a pele da iluminação intensa dos estúdios.

Segundo a tutora, a experiência acumulada ao longo dos anos ajuda no desempenho diante das câmeras. "Ela entrando na sala de caracterização, ela já conhece tudo", conta Mariana.

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Reconhecimento até pela voz

A parceria entre Meg e a atriz Isabel Teixeira, intérprete de Pilar, ultrapassou as gravações. Segundo Isabel, a cachorrinha reconhece sua voz quando a novela está passando na televisão. "Quando aparece minha voz, ela olha diferente, procura na televisão. Então ela me reconhece. E eu reconheço ela também."

A relação acabou tornando as cenas ainda mais naturais, reforçando o vínculo entre a personagem e sua inseparável companheira.

Improvisos e gargalhadas no set

Meg também virou protagonista de momentos divertidos durante as gravações. Os atores Luana Martau e Guilherme Piva lembram de uma cena em que a personagem Brigitte tentava oferecer caviar para a cachorrinha, arrancando risadas da equipe. Outra sequência marcante foi justamente a escolha do nome da pet. O momento foi construído no improviso ao lado de Tatá Werneck e surpreendeu o próprio elenco.

Já Tatiana Tiburcio conta que precisou fazer um grande esforço para não rir durante uma cena dramática. Enquanto interpretava um embate sério com Pilar, Meg soltou pequenas respirações que, segundo a atriz, pareciam uma gargalhada. "Tive que me segurar para não rir no meio da cena", relembra.

Ideia para trazer leveza à trama

A diretora Amora Mautner explica que a decisão de incluir uma cachorrinha na história surgiu para acrescentar afeto ao ambiente da família Brandão. Segundo ela, animais despertam naturalmente uma sensação de carinho no público e ajudam a criar momentos mais leves na narrativa. Em tom bem-humorado, a diretora ainda brinca que Meg é uma atriz extremamente responsável e "não deu nenhum trabalho" até agora.

Companheira também fora das telas

Na vida real, Meg representa muito mais do que uma personagem. A tutora conta que a cachorrinha teve papel fundamental em um momento difícil de sua vida. "Eu estava na depressão e ela me resgatou da depressão. Até hoje ela é o meu presente."

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