França x Marrocos: Mbappé busca vaga nas semis da Copa
Mbappé em campo por vaga nas semis da Copa; veja horário

O atacante Kylian Mbappé estará em campo neste sábado, às 12h (horário de Brasília), no estádio Al Bayt, em Al Khor, para o confronto entre França e Marrocos, válido pelas quartas de final da Copa do Mundo. A partida define uma vaga nas semifinais do torneio.

França busca repetir feito de 2018

A seleção francesa, atual campeã mundial, tenta avançar à semifinal pela segunda edição consecutiva. Mbappé, artilheiro da competição com cinco gols, é a principal arma ofensiva da equipe. O técnico Didier Deschamps deve manter o esquema com Mbappé, Olivier Giroud e Antoine Griezmann no ataque.

Marrocos tenta surpreender

O Marrocos, que já eliminou a Espanha nas oitavas de final, aposta na solidez defensiva e nos contra-ataques rápidos. A equipe do técnico Walid Regragui não sofreu gols de adversários até agora no torneio. O meia Hakim Ziyech e o lateral Achraf Hakimi são os destaques.

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Segundo a Fifa, esta é a primeira vez que uma seleção africana chega às quartas de final desde 2010. O vencedor enfrentará Portugal ou Inglaterra na semifinal.

Petróleo em alta e impacto no mercado

No mercado financeiro, o petróleo opera em alta devido às tensões no Oriente Médio. O barril do Brent subiu 2,3% nesta sexta-feira, cotado a US$ 85,40. A alta impacta diretamente as ações da Petrobras, PRIO e PetroReconcavo.

Analistas do Itaú BBA estimam que cada US$ 1 de alta no barril do Brent pode adicionar R$ 3 bilhões ao lucro líquido da Petrobras. No entanto, a volatilidade também traz riscos para a inflação e para as contas externas do Brasil.

Quem ganha e perde com petróleo mais caro

Empresas do setor de óleo e gás, como Petrobras, PRIO e PetroReconcavo, tendem a se beneficiar com a alta do petróleo. Por outro lado, setores como aviação, transporte e petroquímica sofrem com o aumento dos custos. O consumidor final também é afetado pelo repasse nos preços dos combustíveis.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que o governo monitora a situação e que não há previsão de intervenção nos preços dos combustíveis no curto prazo.

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