Luis de la Fuente, um técnico sem grife e inicialmente desconhecido, conseguiu superar a desconfiança e transformou a seleção espanhola no melhor coletivo da Copa do Mundo de 2026. Após conquistar a Eurocopa em 2024 e ser vice-campeão da Liga das Nações em 2025, ele levou a Espanha à final do Mundial, onde enfrentará a Argentina de Lionel Messi.
Trajetória e superação
De la Fuente assumiu a seleção principal após a saída de Luis Enrique, vindo das categorias de base, onde já havia treinado muitos dos atuais jogadores. Sua abordagem silenciosa e focada no coletivo foi a chave para criar um time coeso e eficaz, que se destaca pelo entrosamento e pela solidez tática.
“Ele conhece cada jogador como se fosse da família. Isso cria um vínculo que vai além do campo”, afirmou um membro da comissão técnica, em entrevista à imprensa espanhola.
O melhor coletivo da Copa
A Espanha apresentou um futebol de conjunto que impressionou analistas e torcedores. Com uma defesa sólida e um meio-campo criativo, a equipe sofreu apenas três gols em seis jogos até a final. O ataque, embora não tenha um artilheiro isolado, conta com contribuições de vários jogadores, refletindo a filosofia de De la Fuente.
“O segredo é que todos remam na mesma direção. Não há estrelas, há um time”, disse o técnico em coletiva antes da final.
Desafio na final
A final contra a Argentina será o maior teste para o método de De la Fuente. Enfrentar Messi e uma equipe argentina experiente exigirá ainda mais coesão e disciplina tática. Independentemente do resultado, o técnico já provou que o futebol de conjunto pode superar o individualismo.



