A seleção argentina, vice-campeã da Copa do Mundo de 2026, acumulou aproximadamente R$ 920 mil (US$ 180 mil) em multas disciplinares ao longo do torneio. O valor foi descontado da premiação da Fifa, conforme o regulamento da entidade.
Final contra a Espanha gerou maior parte das sanções
Na decisão contra a Espanha, a Argentina recebeu seis cartões amarelos e uma expulsão – a de Enzo Fernández –, resultando em US$ 90 mil em multas. O volante Leandro Paredes também foi expulso por dar um soco em um jogador espanhol, mas a Fifa aplicou punições adicionais.
Ao todo, a equipe comandada por Lionel Scaloni somou 15 cartões amarelos e um vermelho em sete partidas. O valor total de US$ 180 mil equivale a cerca de R$ 920 mil pela cotação atual.
Impacto na premiação
As multas foram descontadas diretamente do prêmio que a Argentina recebeu como vice-campeã. A Fifa não divulgou o montante exato pago à seleção, mas o valor líquido foi reduzido pelas sanções.
Segundo a entidade, as infrações incluíram conduta antidesportiva, reclamações excessivas e jogo brusco. A Argentina foi a seleção com o maior número de cartões amarelos entre as finalistas.
Reincidência e críticas
Jornalistas argentinos apontaram que a indisciplina custou caro à equipe. O ex-jogador e comentarista Diego Simeone afirmou: "É inaceitável perder quase um milhão de reais em multas. A garra precisa vir acompanhada de controle emocional."
A Confederação Argentina de Futebol (AFA) não comentou oficialmente as sanções, mas fontes internas indicam que o técnico Scaloni cobrará mais disciplina nas próximas competições.



