Borja Iglesias ironiza aperto de mão com Trump na final da Copa
Borja Iglesias ironiza aperto de mão com Trump na final

Atacante espanhol ironiza possível encontro com Trump na final da Copa

O atacante Borja Iglesias, da seleção espanhola, ironizou a possibilidade de um encontro com Donald Trump durante a final da Copa do Mundo, no próximo domingo, em Nova Jersey. O jogador afirmou que não se negará a cumprimentar o presidente dos Estados Unidos, mas espera que "o momento passe muito rápido e ele se esqueça".

— Não quero que me mandem à prisão [risos]. É algo que já pensei sobre, pude imaginar a cena. Espero cumprimentá-lo em um momento que estejamos todos felizes, que passe muito rápido e eu me esqueça — declarou Iglesias à revista Panenka.

Presença de Trump confirmada no MetLife Stadium

A presença de Trump no MetLife Stadium já foi confirmada pela Casa Branca. É provável que ele participe da cerimônia de premiação. — Às vezes, você precisa se esquecer dos momentos que vive também. Creio que não seja o momento de levantar polêmicas, as pessoas sabem perfeitamente como eu opino — completou.

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Conhecido por se manifestar politicamente, Iglesias admitiu o desconforto com a situação, mas afirmou não ter o poder de evitar o contato com Trump. — Me encantaria fazer muitas coisas, mas a verdade é que, apesar de as pessoas pensarem que sou todo poderoso, não tenho poder para enfrentar certas coisas. É complicado, para ser sincero.

Rejeição declarada antes da Copa

O atacante espanhol já tinha declarado sua rejeição a Trump antes da Copa. Em maio, ele disse ao programa espanhol "La Revuelta" que era contrário ao presidente norte-americano porque "gosta das pessoas que lutam pelo progresso e pela defesa dos valores fundamentais".

Final entre Argentina e Espanha

Argentina e Espanha fazem a final da Copa do Mundo neste domingo, às 16h (de Brasília), em Nova Jersey, com transmissão da TV Globo, Sportv e ge tv no Globoplay. A equipe sul-americana tenta o quarto título, o bi seguido, algo que não acontece desde o Brasil em 1958/62. Os europeus querem a segunda taça.

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