A exposição 'Síntese', em cartaz no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, propõe uma reflexão sobre o futuro da humanidade diante da inteligência artificial (IA), que pode tanto 'alimentar quanto matar' a sociedade. A mostra reúne 12 obras que exploram a relação histórica entre arte e tecnologia, vista como parte essencial da evolução humana.
Curadoria destaca técnica como evolução humana
O curador Leno Veras afirma que a técnica é parte essencial da evolução humana. 'A tecnologia não é algo externo a nós; é uma extensão do nosso corpo e da nossa mente', disse Veras. A exposição exibe fiações expostas para revelar a estrutura por trás das máquinas, convidando o visitante a refletir sobre o papel da tecnologia na sociedade.
Obras interativas e emblemáticas
Entre as obras, destaca-se a famosa coelha fluorescente Alba, de Eduardo Kac, que gerou debates sobre bioarte e modificação genética. Outra peça é uma máquina de escrever que digita insetos, questionando os limites entre o orgânico e o mecânico. Os visitantes podem interagir com as criações, que vão desde instalações analógicas até digitais.
A exposição 'Síntese' fica em cartaz até [data a confirmar] no Museu do Amanhã, localizado na Praça Mauá, no centro do Rio. A entrada custa R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia).



