A mãe do jovem Oliver Tree, vítima de uma tragédia durante uma viagem ao Rio de Janeiro, revelou nesta quarta-feira (30) qual era o verdadeiro objetivo da visita ao Brasil. Em entrevista exclusiva, ela afirmou que o filho desejava conhecer as belezas naturais do país e se reconectar com suas raízes.
Segundo o depoimento, Oliver havia economizado por mais de dois anos para realizar o sonho de viajar ao Rio. A mãe, identificada como Maria Tree, disse que o filho sempre foi fascinado pela cultura brasileira e queria visitar o Cristo Redentor, o Pão de Açúcar e as praias cariocas. "Ele me ligou todo feliz no dia que chegou. Disse que o Rio era mais lindo do que imaginava", relatou.
Detalhes da viagem e a tragédia
Oliver Tree, de 24 anos, morreu após um acidente na zona sul do Rio. As circunstâncias ainda são investigadas pela polícia. A mãe contou que a viagem estava marcada para durar duas semanas, mas foi interrompida de forma trágica no terceiro dia. "Ele queria visitar a Rocinha e fazer um passeio de helicóptero. Tinha um roteiro todo planejado", explicou.
De acordo com a família, Oliver estava hospedado em um hostel em Copacabana e havia contratado um guia local. A mãe acredita que o filho foi vítima de uma fatalidade. "Ele era cuidadoso, não era de se arriscar. Algo deu muito errado", desabafou.
Impacto na família e reações
A notícia da morte de Oliver gerou comoção nas redes sociais e entre amigos. A mãe pediu privacidade e disse que aguarda o resultado da perícia. "Quero respostas, mas mais do que isso, quero que meu filho seja lembrado pelo sorriso e pela alegria", afirmou. Até o momento, a polícia não divulgou detalhes sobre as causas do acidente.
A tragédia reacendeu o debate sobre a segurança de turistas no Rio. Dados da Secretaria de Turismo indicam que, em 2025, houve um aumento de 12% nos incidentes envolvendo estrangeiros. No entanto, as autoridades garantem que a cidade é segura para visitantes.
Homenagens e despedida
Amigos de Oliver planejam uma homenagem na Praia de Ipanema no próximo sábado. A mãe deve comparecer. "Levarei uma foto dele e soltarei flores no mar. Era o que ele mais amava: o oceano", concluiu. O corpo de Oliver ainda não foi liberado para translado aos Estados Unidos.



