Quatro escritoras acreanas foram premiadas no Concurso Literário Nacional da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil (AJEB). Socorro Camelo conquistou o 2º lugar na categoria Crônica, Giselle Lopes de Moraes recebeu menção honrosa, e Golbyleni Cristina Pullig e Edir Figueira Marques tiveram seus textos destacados. Além delas, a escritora Maze Oliver também teve seu texto selecionado. As obras serão publicadas em uma revista nacional, e a premiação ocorrerá durante a Bienal Internacional do Livro de São Paulo, em setembro.
Resultados do concurso
Na categoria Crônica, Socorro Camelo ficou em 2º lugar com o texto 'Até amanhã, Índia!'. Golbyleni Cristina Pullig foi destaque com 'Inclassificável', e Edir Figueira Marques com 'Envelhecer não é desaparecer'. Giselle Lopes de Moraes recebeu menção honrosa pelo texto 'Nasci no Acre, virei evento!'.
Para Socorro Camelo, presidente da AJEB Acre, a conquista vai além do reconhecimento nacional. "Quando uma escritora acreana é reconhecida nacionalmente, quem vence não é apenas uma autora. É o Acre mostrando que também escreve, emociona e ajuda a construir a literatura brasileira", afirmou.
Impacto na literatura acreana
Edir Figueira Marques destacou que o reconhecimento celebra a literatura. "Escrever sempre foi uma forma de transformar a vida em esperança. Saber que um texto nascido da minha experiência alcançou esse reconhecimento é uma alegria que compartilho com todas as mulheres que acreditam na força da palavra", acrescentou.
O concurso reúne escritoras de diversos estados brasileiros e premia obras inéditas de vários gêneros literários, com o objetivo de valorizar a produção feminina e incentivar a literatura como instrumento de transformação social e cultural.
Reconhecimento e incentivo
Golbyleni Cristina Pullig, também jornalista, reforçou a importância da valorização da produção literária acreana. "A literatura nos aproxima das pessoas e das nossas próprias histórias. Ver um texto escrito no Acre sendo reconhecido nacionalmente nos incentiva a continuar escrevendo e acreditando na força da nossa voz", disse.
Giselle Moraes, homenageada com menção honrosa, ressaltou que a conquista é um incentivo para seguir escrevendo. "É emocionante perceber que histórias nascidas no Acre conseguem atravessar fronteiras e encontrar leitores em todo o Brasil", finalizou.



