Com uma arrecadação de cerca de US$ 150 milhões em seu primeiro fim de semana nos cinemas do mundo, 'Devoradores de estrelas' já é tratado por parte da crítica e da imprensa especializada como o primeiro grande sucesso de 2026. O desempenho também levantou discussões sobre uma possível presença do longa no Oscar 2027, em categorias como melhor filme, melhor ator e prêmios técnicos.
Os diretores Phil Lord e Chris Miller, no entanto, preferem não alimentar o burburinho. 'É um pouco cedo. O Oscar acabou de acabar', disse Lord ao g1. Miller completou: 'Se você começa a fazer filmes para conseguir prêmios, essa é uma maneira ruim de se viver'.
No filme, Ryan Gosling interpreta um professor de ensino fundamental isolado e desorientado, abandonado em uma espaçonave a milhões de quilômetros da Terra. Sandra Hüller vive a personagem que aposta no protagonista. Para Lord, a história apela ao lado humano: 'Nós todos já estivemos em situações nas quais ninguém acreditava na gente'. Hüller define a produção como uma obra 'sobre curiosidade e sobre coragem', mostrando uma pessoa comum que evolui para salvar o mundo com a ciência.
A adaptação começou a ganhar forma em 2020, durante a pandemia, quando o escritor Andy Weir enviou o manuscrito a Gosling antes mesmo da publicação do livro. O roteirista Drew Goddard, que já havia trabalhado com Weir em 'Perdido em Marte', afirmou que o novo desafio foi maior: 'Foi muito mais difícil do que Perdido em Marte. Em todos os sentidos, é um livro mais ambicioso'.
O filme chegou aos cinemas brasileiros em 19 de março. Veículos como a Variety e o site Gold Derby já debatem as chances da produção na próxima edição do Oscar.



