Terremoto no Japão e correção em chips: destaques dos mercados e política
Terremoto no Japão e correção em chips: destaques do dia

Um forte terremoto atingiu o sul do Japão nesta terça-feira, causando danos em shoppings e viadutos, além de interromper o transporte. Enquanto isso, uma nova crise no setor de chips levou o índice Kospi da Coreia do Sul a despencar 11%, impactando mercados globais. No Brasil, a agenda política e os balanços corporativos dominam as atenções.

Terremoto no Japão provoca estragos e interrupções

O terremoto de grande magnitude no sul do Japão resultou no desabamento parcial de um shopping e danos em viadutos. O abalo sísmico também causou falta de energia e paralisou o sistema de transportes, segundo informações de autoridades locais. O incidente reforça a vulnerabilidade sísmica da região.

Mercado de chips derrete: Kospi cai 11%

Uma nova onda de vendas no setor de semicondutores atingiu fortemente a bolsa sul-coreana. O índice Kospi registrou queda de 11%, puxado por ações de empresas de chips. O movimento foi descrito como 'sell-off' por analistas, que apontam preocupações com demanda e restrições comerciais. Nos Estados Unidos, o representante comercial negou que as tarifas de Trump tenham impacto econômico significativo, mas o mercado segue cauteloso.

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Brasil: política e resultados corporativos

Na política, o astronauta Marcos Pontes se colocou à disposição para ser vice de Flávio Bolsonaro, enquanto o governador Zema afirmou que falas de Milei foram 'verdades', mas pediu mais respeito. O MDB decidiu liberar diretórios estaduais sem apoio a candidatos à Presidência, e quase 90% dos deputados pretendem concorrer à reeleição, segundo levantamento.

No mercado corporativo, a Simpar registrou alta de 8,8% na receita do segundo trimestre, com alavancagem reduzida. A Tupy contratou financiamento de R$ 600 milhões junto ao BNDES, e a TIM aprovou aportes de até R$ 670 milhões em subsidiárias. O mercado de capitais brasileiro bateu recorde no primeiro semestre, apesar de sustos no crédito.

Outros destaques

O grupo Toky aprovou grupamento de ações na proporção de 20 para 1. A Motiva não levará Régis Bittencourt, gerando dúvidas sobre o impacto na ação. Já o JPMorgan destacou escolhas em ações de utilities após desempenho abaixo do setor. Na renda fixa, discute-se se é hora de tirar a isenção de debêntures incentivadas, enquanto a Kinea alerta que IA é 'grande truque de mágica' e investidores devem focar em chips.

Mundo: mais eventos internacionais

Na Alemanha, Merz prometeu resposta ao ataque durante celebração do Orgulho de Berlim. O tráfego marítimo no Mar Vermelho diminuiu após ataques houthis à Arábia Saudita. O líder da Coreia do Norte comemorou aniversário de guerra com a filha ao lado. A Anthropic propôs restrição à venda de chips à China, em meio ao debate sobre IA. Já a Johnson & Johnson pagará US$ 5,5 bilhões para encerrar processos relacionados a talco.

Finanças pessoais e carreira

Na área de finanças, o prazo do Desenrola 2.0 termina no domingo, e a Caixa distribui lucro do FGTS. O visto de nômade digital da Espanha tem requisitos divulgados. A padronização dos registros de imóveis promete agilizar financiamentos. O seguro interessa a 85% dos moradores de favelas, mas a renda limita o acesso.

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