A ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) foi recebida com ceticismo por economistas e agentes financeiros, que consideraram a comunicação confusa e insuficiente para justificar o adiamento do controle da inflação. Segundo analistas, o documento tentou "justificar o injustificável", sem oferecer uma sinalização clara sobre os próximos passos da política monetária.
Tesouro IPCA+ volta a ultrapassar 8,5% ao ano
Com a aversão ao risco e a percepção de que o Banco Central pode não agir rapidamente para conter a inflação, o Tesouro IPCA+ voltou a render mais de 8,5% ao ano. Esse movimento reflete a desconfiança do mercado em relação à condução da política econômica e a expectativa de juros mais altos por mais tempo.
Ibovespa tenta recuperação
O Ibovespa opera em alta nesta quarta-feira, tentando emendar o segundo dia de ganhos. O índice futuro mini-índice (WINQ26) é influenciado pelos PMIs globais e pela ata do Copom. Investidores monitoram também o cenário externo, com dados de atividade nos EUA e na China.
Bolsa brasileira está barata, mas estrangeiro não vê urgência
Segundo análise do BBA, a Bolsa brasileira está barata em termos históricos, mas o investidor estrangeiro não demonstra urgência para retornar ao mercado local. A incerteza fiscal e a falta de clareza sobre a política monetária são os principais entraves.
SpaceX: ação tem reviravolta e sobe 5% após perda de US$ 600 bilhões
No mercado internacional, as ações da SpaceX tiveram uma reviravolta e subiram 5% após acumularem perdas de US$ 600 bilhões em três dias. A volatilidade reflete o ambiente de incerteza nos mercados de tecnologia e as expectativas em torno da empresa de Elon Musk.
Acordo EUA-Irã impacta setores da B3
Além do petróleo, o acordo entre EUA e Irã deve impactar diversos setores na B3. Analistas apontam que empresas de logística, aviação e commodities podem ser beneficiadas ou prejudicadas dependendo dos termos do entendimento.
Supervalorização das ações de IA: ameaça ou ajuste passageiro?
A supervalorização das ações de inteligência artificial tem gerado debate entre investidores. Enquanto alguns veem uma bolha prestes a estourar, outros consideram que se trata de um ajuste passageiro em meio a uma revolução tecnológica. Jeff Bezos, da Amazon, afirmou que a IA vai criar mais empregos, não menos.
Professora processa BC por direito autoral do Pix
Uma professora brasileira entrou com um processo contra o Banco Central, alegando ser a inventora do Pix e requerendo direitos autorais. O caso, que corre na Justiça Federal, pode estabelecer um precedente importante para a propriedade intelectual de inovações financeiras.
Planeje o 2º semestre com planilha de gastos gratuita
Para ajudar no planejamento financeiro, o InfoMoney disponibiliza uma planilha de gastos gratuita. A ferramenta permite organizar receitas e despesas, facilitando o controle orçamentário para o segundo semestre.
Formação em IA gratuita: do zero ao intermediário
Um curso gratuito de formação em inteligência artificial promete levar alunos do nível zero ao intermediário em até 10 dias. A iniciativa visa capacitar profissionais para o mercado de tecnologia, que demanda cada vez mais conhecimento em IA.
Copa do Mundo 2026: Brasil pode jogar em horário comercial
Seleções como a do Brasil ainda podem jogar em horário comercial na Copa do Mundo de 2026, dependendo da tabela de jogos. A possibilidade gerou debate entre torcedores e especialistas em direitos do consumidor.
Tuchel critica pausa para hidratação na Copa
O técnico Thomas Tuchel criticou a regra da pausa para hidratação durante a Copa do Mundo, afirmando que a medida "muda a identidade" do futebol. A declaração gerou polêmica entre treinadores e jogadores.
MP cobra contratos de Neymar e Virgínia com Blaze
O Ministério Público está investigando os contratos de Neymar e Virgínia com a casa de apostas Blaze. A ação busca esclarecer possíveis irregularidades nas parcerias comerciais dos influenciadores.
Mercado paralelo de canetas emagrecedoras movimentou R$ 12,5 bilhões
O mercado paralelo de canetas emagrecedoras, usadas para tratamento de obesidade, movimentou R$ 12,5 bilhões no último ano, segundo levantamento. O crescimento preocupa autoridades de saúde, que alertam para os riscos do uso sem prescrição.



