Os Estados Unidos ameaçaram impor tarifas de 25% sobre produtos brasileiros, gerando reações no mercado financeiro. Apesar da notícia, o Ibovespa registrou alta e o dólar caiu, surpreendendo analistas. O governo brasileiro vê margem para negociação.
O que motivou a ameaça dos EUA?
A administração norte-americana citou práticas consideradas irracionais, como decisões do STF, políticas relacionadas ao Pix e ao etanol. A Seção 301, mecanismo comercial dos EUA, foi usada como base para a proposta.
Produtos afetados e isenções
A tarifa de 25% pouparia café, carnes e aeronaves, mas atingiria outros setores. A audiência pública está marcada para 6 de julho, quando os próximos passos serão definidos.
Reação do mercado
O Ibovespa futuro avançou após perdas recentes, enquanto o dólar caiu. Investidores monitoram os desdobramentos e as possibilidades de acordo.
- Bitcoin caiu abaixo de US$ 70 mil após venda da Strategy.
- Goldman Sachs aponta tecnologia e choque do petróleo como fatores de divergência entre emergentes.
- Vale é unanimidade nas recomendações de ações para junho.
Posição do governo brasileiro
O governo federal vê espaço para negociação. O senador Flávio Bolsonaro afirmou ter pedido a Trump que poupasse empresas brasileiras. A oposição, por sua vez, mira movimentos sociais com a Lei Antiterrorismo.
Especialistas analisam que o desgaste do caso Master pode influenciar o cenário político até 2026. Enquanto isso, a ONU pede preparação para calor extremo causado pelo El Niño.



