Dado de emprego forte nos EUA derruba bolsas e fortalece dólar
Dado de emprego dos EUA derruba bolsas e fortalece dólar

A divulgação do payroll dos Estados Unidos muito acima do esperado provocou forte reação nos mercados globais. O dólar se aproximou de R$ 5,15, as bolsas caíram e os juros futuros subiram. O presidente dos EUA, Donald Trump, criticou a reação do mercado, afirmando que 'crescimento não significa inflação'.

Impacto no mercado brasileiro

O Ibovespa recuou com os dados de emprego dos EUA sob holofote. Entre as poucas altas do dia, a Embraer subiu mais de 6% após novo pedido de aeronaves da Azorra. No mercado de renda fixa, os FIDCs pagam até 200 pontos-base a mais que debêntures, atraindo investidores em busca de maior retorno.

Bitcoin e criptomoedas

O dado de emprego forte nos EUA derrubou o Bitcoin ao menor nível desde outubro de 2024. A criptomoeda sofreu com a perspectiva de juros mais altos por mais tempo, o que reduz o apetite por ativos de risco.

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Bolsas dos EUA

As bolsas americanas aprofundaram a queda após o mercado passar a prever alta de juros em 2026. O movimento reflete a percepção de que o Federal Reserve pode precisar manter a política monetária contracionista por mais tempo para conter a inflação.

Reações políticas

Trump criticou a reação do mercado, dizendo que o crescimento econômico não deve ser visto como inflacionário. A declaração ocorre em meio a debates sobre os rumos da economia americana e as próximas decisões do Fed.

No Brasil, o governo ainda calcula o impacto da decisão dos EUA de classificar facções criminosas como terroristas. A medida pode aumentar custos para empresas brasileiras que operam internacionalmente.

Outros mercados

Na China, o domínio de terras raras preocupa a indústria e defesa dos EUA, segundo relatório da McKinsey. Na Europa, a Heineken enfrenta pressão de acionistas para contratar um CEO externo. Já na Coreia do Sul, o CEO da Nvidia afirmou que a robótica é o próximo grande setor.

O petróleo segue no centro das atenções, com análises sobre como o ouro negro redesenha o cenário geopolítico global. Enquanto isso, o Instagram Plus começa a ser liberado no Brasil por R$ 10 ao mês.

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