XP oferece renda fixa com CDB até 14,7% e LCI prefixada de 12,4%
XP oferece renda fixa com CDB até 14,7% e LCI de 12,4%

A plataforma da XP apresenta, nesta segunda-feira (27), uma ampla gama de opções de renda fixa bancária, com destaque para as taxas competitivas em CDBs, LCIs e LCAs. Entre os títulos disponíveis, os CDBs prefixados oferecem rentabilidade de até 14,700% ao ano para vencimentos superiores a 12 meses. Já os títulos atrelados à inflação pagam até IPCA+ 9,240% no mesmo prazo, enquanto os pós-fixados remuneram até 104,5% do CDI em 12 meses.

Ofertas de LCA e LCI

As Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs) também estão em destaque, com taxas prefixadas de até 11,500% ao ano para prazos acima de um ano. As LCAs indexadas à inflação oferecem até IPCA+ 6,010% em 12 meses, e as pós-fixadas atingem 84% do CDI para vencimentos superiores a um ano. Já as Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) contam com opções prefixadas de até 12,400% em 12 meses e pós-fixadas de até 89% do CDI com vencimento em um ano.

Exemplos de ativos disponíveis

Entre os CDBs, destacam-se o CDB Neon Financeira, com taxa de 105,5% do CDI e vencimento em julho de 2029, e o CDB Paulista, com 106% do CDI e mesmo vencimento. No segmento de LCA, o Banco Bocom BBM S.A. oferece uma taxa de 88% do CDI, com vencimento em 2031. A XP ressalta que as ofertas estão limitadas à capacidade disponível do produto nesta data.

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Cenário de taxas de juros

O mercado de juros futuros registrou queda expressiva na sexta-feira, com as taxas dos DIs recuando mais de 20 pontos-base em diversos vencimentos, influenciadas pelo movimento dos Treasuries americanos e pela desvalorização do petróleo no exterior. O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, em evento em São Paulo, evitou analisar os efeitos da recente alta do petróleo na inflação brasileira, mas afirmou que o BC está atento às variações de preços e destacou que o Brasil, por ser exportador líquido da commodity, está em posição mais favorável que muitos países.

No fechamento da sexta, a taxa do DI para janeiro de 2028 caiu para 14,145%, uma redução de 24 pontos-base em relação ao ajuste anterior de 14,383%. Na ponta longa, o DI para janeiro de 2035 recuou para 14,67%, 17 pontos-base abaixo dos 14,841% da sessão anterior. Esses movimentos refletem as expectativas do mercado em relação à política monetária e ao cenário econômico global.

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