O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta terça-feira (16) CDBs com taxas prefixadas de até 14,480% ao ano com vencimento em mais de 12 meses. Títulos de inflação estão pagando até IPCA+ 8,760% em mais de 1 ano e os pós-fixados até 106% do CDI em mais de 12 meses.
LCAs e LCIs disponíveis
As LCAs contam com taxas prefixadas de até 11,480% em 1 ano, enquanto as pós-fixadas pagam até 87% do CDI em mais de 1 ano. Já as LCIs pós-fixadas pagam até 85% do CDI com vencimento em 1 ano.
Confira algumas opções de renda fixa bancária oferecidas pela XP
- CDB BANCO XP S.A. - Taxa: 103% do CDI, Vencimento: junho/2028
- CDB BANCO C6 CONSIGNADO S.A. - Taxa: 103% do CDI, Vencimento: junho/2032
- LCA BNDES - Taxa: 81,5% do CDI, Vencimento: setembro/2028
Para investir em CDBs, LCIs e LCAs, acesse a conta na XP e confira uma lista completa com mais de 1 mil opções de ativos. As ofertas na plataforma são limitadas à capacidade disponível do produto nesta terça-feira (16).
Cenário Renda Fixa da XP
As taxas dos DIs fecharam a segunda-feira (15) em queda firme, com recuos superiores a 10 pontos-base em diversos vencimentos, acompanhando o alívio nos mercados globais após o anúncio de um acordo entre Estados Unidos e Irã para encerrar o conflito no Oriente Médio.
O movimento foi puxado principalmente pelo exterior. A perspectiva de reabertura do Estreito de Ormuz — rota estratégica para cerca de 20% do petróleo mundial — derrubou os preços da commodity e pressionou para baixo os rendimentos dos Treasuries, refletindo-se diretamente na curva brasileira, sobretudo nos vértices mais longos.
Na ponta longa, mais sensível ao cenário internacional, as taxas cederam com maior consistência ao longo do dia, acompanhando a queda dos juros americanos e a redução dos prêmios de risco globais. O alívio externo foi o principal vetor de queda da parte longa da curva, em um ambiente de menor aversão ao risco.
Já no trecho curto, o movimento também foi de baixa, mas com influência adicional do cenário doméstico. Investidores ajustaram posições antes da decisão do Copom, em meio a um quadro ainda dividido entre corte e manutenção da Selic no curto prazo.
Apesar do alívio nas taxas, o pano de fundo local segue desafiador. O boletim Focus mostrou nova deterioração das expectativas de inflação e de juros, com revisões para cima tanto do IPCA quanto da Selic projetada para os próximos anos, o que limita movimentos mais intensos de queda na curva curta.
No geral, a sessão refletiu uma combinação de fatores: queda generalizada dos juros puxada pelo exterior, especialmente na ponta longa, e ajustes mais cautelosos na parte curta, diante das incertezas sobre a política monetária doméstica no curto prazo.
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