O avanço dos apartamentos compactos nas grandes cidades brasileiras tem gerado um novo impulso para o mercado de self-storage. Com áreas reduzidas, muitos moradores buscam soluções externas para guardar objetos sazonais, itens de lazer e mobiliário excedente.
Crescimento do segmento
Segundo a Associação Brasileira de Self-Storage (ABSS), o número de unidades de armazenamento cresceu 15% nos últimos dois anos, concentrado principalmente nas capitais. A tendência acompanha o boom dos studios e quitinetes, que já representam mais de 30% dos lançamentos imobiliários em São Paulo e Rio de Janeiro.
Perfil do consumidor
O público típico é formado por jovens profissionais e pequenas famílias que optam por moradias centrais, mas precisam de espaço extra. “O self-storage virou extensão do lar”, afirma Carlos Mendes, diretor da empresa Guarda+. Entre os itens mais armazenados estão bicicletas, malas e decoração sazonal.
Impacto no mercado
O setor projeta faturamento recorde em 2026, com investimentos em novos centros logísticos. Para incorporadoras, a parceria com operadoras de self-storage agrega valor aos empreendimentos.



