O CEO da TIM Brasil, Alberto Griselli, afirmou que a volatilidade macroeconômica não está afetando o segmento B2B (business-to-business) da operadora no momento. A declaração foi feita durante conferência com analistas sobre os resultados do segundo trimestre de 2026.
Desempenho do B2B
Segundo Griselli, a demanda por serviços corporativos continua robusta, impulsionada por digitalização e investimentos em infraestrutura. A receita do B2B cresceu 12% no trimestre, atingindo R$ 1,8 bilhão, com destaque para soluções de nuvem e segurança cibernética.
Perspectivas para o segundo semestre
O CEO ressaltou que a empresa mantém sua projeção de crescimento de receita B2B entre 10% e 15% para o ano, apesar do cenário econômico incerto. "Não vemos impacto significativo da macroeconomia nos negócios com empresas", afirmou Griselli.
Impacto no mercado
Analistas do mercado financeiro avaliam que a resiliência do segmento B2B é positiva para a TIM, que busca diversificar receitas além da telefonia móvel. A ação da empresa fechou em alta de 2,3% no pregão desta terça-feira.
Contexto macroeconômico
A declaração ocorre em meio a um cenário de juros altos e inflação persistente no Brasil. Apesar disso, Griselli afirmou que a carteira de contratos B2B é de longo prazo e tem baixa correlação com oscilações de curto prazo.



