Pudim gigante de 5 kg viraliza e fatura R$ 25 mil em feiras de Goiânia
Pudim gigante de 5 kg viraliza e fatura R$ 25 mil

Casal de 21 anos fatura R$ 25 mil com pudim gigante em Goiânia

Victor Machado e Amanda Perpétuo Brandão, ambos de 21 anos, viralizaram nas redes sociais com um pudim gigante de quase 5 quilos, que se tornou sensação nas feiras de Goiânia. O negócio, iniciado em maio, já vende 180 pudins por mês, com faturamento de R$ 25 mil. Os vídeos do doce acumulam mais de 3 milhões de visualizações.

Origem do empreendimento

Victor, que vem de família humilde, começou a empreender aos 12 anos, entregando panfletos. Já trabalhou com vendas, atendimento ao público, em escritório de contabilidade e advocacia. A ideia do pudim grande, segundo ele, foi despertar curiosidade. “Primeiro é causar curiosidade na pessoa. E consegui isso através do tamanho. E quando a pessoa se choca e vem conhecer, ela experimenta”, contou ao g1.

Produção e logística

Amanda, confeiteira e estudante de psicologia no oitavo período, disse que a receita não foi difícil, mas a demanda explodiu após a viralização. “A gente começou fazendo menos. E aí de repente teve que dobrar, triplicar a produção”, afirmou. Cada fatia custa R$ 26 e o pudim inteiro, R$ 200, disponível por encomenda ou nas feiras.

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Presença em quatro feiras semanais

Atualmente, o casal trabalha em quatro feiras: quarta-feira na Vila União; quinta-feira no Setor Alto da Glória; sábado na Feira da Lua, no Setor Oeste; e domingo na Feira do Moreirinha, no Setor Coimbra.

Repercussão entre clientes

Elton Roberto Ayres, de Barra do Garças (MT), estava em Goiânia a passeio e comprou o pudim na Feira do Moreirinha. “Você coloca o pudim na boca, você viaja na infância com gostinho de pudim de nossos avós”, disse. Ele repetiu a compra na Feira da Lua e levou para o Mato Grosso, onde fez sucesso. “Quando eu voltar a Goiânia quero trazer uma forma inteira de pudim”, contou.

Desafios do empreendedorismo

Victor revela que o maior desafio hoje é descansar: trabalha 20 horas por dia e dorme apenas duas a três horas por noite. Ele se identifica como vendedor, não confeiteiro. “O que eu espero para o futuro não é nem questão de começar a deslanchar no pudim, é fazer algo que gere felicidade nas pessoas”, disse. Ele aconselha empreendedores a não desistirem: “Você, empreendedor, seja você. Se você olhar para o lado para mudar a rota um pouquinho, o preço é muito grande”.

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