Simples, acessível e deliciosa, a pipoca é um clássico que marca presença em diferentes momentos e costuma agradar praticamente todo mundo. Mas engana-se quem pensa que todo milho butterfly, o mais usado no Brasil, é igual. Entre uma marca e outra, mudam a aparência, a textura e até o sabor da pipoca. Por isso, surge a dúvida: qual levar para casa?
O teste
Para ajudar nessa decisão, o Paladar Testou reuniu especialistas em uma prova às cegas com 7 marcas de milho para pipoca do mercado. O objetivo era apontar a melhor entre elas. O teste contou apenas com milhos tradicionais para pipoca, sem incluir versões premium ou superiores, todos adquiridos em grandes redes de supermercado da capital paulista.
As amostras foram retiradas das embalagens e organizadas em copos transparentes, identificados por números. O preparo seguiu um padrão único: em pipoqueira antiaderente, com 50 gramas de milho cada e óleo de milho, servidas sem qualquer tempero. As marcas, como de costume, não foram avisadas sobre a realização da degustação. Os jurados, por sua vez, só conheceram os itens participantes no momento da divulgação dos resultados.
O júri
A avaliação às cegas contou com a participação dos chefs Carlos Ribeiro, Leandro Dias e Rodrigo Kossatz, e também da especialista Priscila Ribeiro, à frente da marca de pipocas gourmet Pripoca.
Resultado
O primeiro lugar do ranking terminou empatado entre a marca Da Terrinha, elogiada pela boa aparência e pela textura crocante, carnuda e sem casquinhas que grudam no dente, e a da Yoki, que se destacou pelo excelente rendimento, tamanho, sabor e crocância.
A segunda posição ficou com a Dona Clara, que apresentou uma pipoca redondinha, crocante e cheia de sabor. Já a Kodilar fechou o pódio, chamando atenção pela textura, pelo sabor e pelo rendimento.
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