A Eco Construtora está completando 25 anos de atuação e prepara um movimento marcante em João Pessoa. O lançamento do Eco Opus marca a chegada da empresa ao bairro do Altiplano, um dos que mais concentra projetos voltados à qualidade de vida, mobilidade e integração urbana na cidade. O empreendimento de altíssimo padrão reforça a expansão da construtora e sua presença entre os principais nomes do mercado imobiliário paraibano.
Conceito inovador de morar contemporâneo
O projeto parte de uma visão diferenciada sobre o morar atual. Em vez de associar sofisticação ao excesso, o Eco Opus foi concebido com base em conceitos de bem-estar, desaceleração e integração entre rotina, arquitetura e cidade. A proposta busca transformar o cuidado com corpo e mente em parte natural do cotidiano, com espaços conectados e uma dinâmica que torna a vida mais fluida e funcional.
A escolha do Altiplano acompanha essa lógica. O bairro reúne serviços, comércio, gastronomia e áreas de convivência em distâncias curtas, favorecendo deslocamentos a pé e uma rotina menos dependente do carro. O empreendimento amplia essa experiência ao criar um ambiente onde lazer, convivência e áreas de wellness se integram em um mesmo desenho arquitetônico.
Arquitetura orgânica e integrada
Com 39 pavimentos, a arquitetura é assinada pela paraibana Leila Azzouz, que propõe uma leitura fluida e orgânica do padrão vertical predominante na região. A fachada aposta em transparência, uso intensivo de vidro, brises e assimetrias que criam sensação de movimento. A volumetria escalonada busca leveza e diálogo com a ventilação e iluminação natural.
“O Eco Opus nasce com uma proposta mais orgânica, com formas que trazem leveza e movimento. Existe uma preocupação real em como esse projeto se posiciona na cidade e na rua”, afirma a arquiteta.
Equilíbrio entre convivência e privacidade
O conceito do residencial busca equilibrar convivência e privacidade em um mesmo endereço, atendendo a diferentes perfis familiares. As unidades variam entre 139 m² e 220 m², alternando andares com três, duas e apenas uma unidade por pavimento, incluindo apartamentos com hall privativo e quatro vagas de garagem.
A academia de aproximadamente 182 metros quadrados se conecta visualmente a uma piscina com raia semiolímpica de 25 metros. “A proposta não é criar áreas isoladas, mas um fluxo contínuo de uso. A academia se abre para o exterior. A piscina dialoga com a iluminação natural. O térreo funciona como um ponto de encontro entre corpo, rotina e arquitetura”, complementa Azzouz.
Térreo integrado ao urbano
É a partir do térreo que o empreendimento rompe com a lógica tradicional de espaços isolados e cria um complexo integrado de wellness. Em vez de muros opacos, o Eco Opus estabelece uma transição mais leve entre o espaço privado e o urbano, com jardins voltados para o passeio e áreas de permanência integradas à calçada. A intenção é ampliar a sensação de pertencimento ao bairro e criar um edifício que dialogue com o entorno.
Apresentado ao mercado, o Eco Opus já desperta interesse de corretores. “Um ponto que me chamou muito a atenção foi justamente essa área wellness. A piscina semiolímpica integrada à academia ficou lindíssima. É um espaço muito bem pensado com atmosfera de hotel resort”, destaca a corretora Bruna Brandão.
“O empreendimento se diferencia pela forma como foi pensado para atender exatamente o que o público do Altiplano procura. A planta de 220 metros quadrados é um espetáculo. Apenas um apartamento por andar, com privacidade e exclusividade que hoje fazem muita diferença para esse perfil de cliente”, acrescenta.
Paisagismo que promove desaceleração
O paisagismo, assinado por Bia Campelo, reforça o desenho do projeto de criar um ambiente de desaceleração em meio à dinâmica urbana. São valorizadas formas orgânicas, vegetação integrada e materiais que aproximam o morador da natureza. “Nossa proposta para o Eco Opus foi buscar essa ligação profunda com a natureza não apenas pela vegetação, mas também pelas formas e materiais que acolhem. O objetivo é que o morador sinta conforto emocional e bem-estar no dia a dia”, explica.
Luxo com novos códigos
A leitura de luxo no Eco Opus passa por outros códigos: silêncio, conforto, liberdade de uso dos espaços e uma estética que evita excessos visuais. “Cada detalhe foi pensado para que o morar acompanhe o ritmo de quem vive. Um projeto não pode ser apenas limitado à sua forma. Ele precisa traduzir a vida de quem vai ocupar esse espaço”, reforça Leila Azzouz.
Para Leonardo Bronzeado, sócio da Eco Construtora, o empreendimento representa uma síntese do momento vivido pela empresa. “Quando pensamos nesse projeto, partimos da ideia de que viver bem hoje está muito mais ligado ao tempo, à saúde e à qualidade das relações do que ao excesso. O Eco Opus representa uma nova etapa da Eco, levando esse conceito para um dos bairros mais desejados da cidade”, afirma.
“O projeto nasce para potencializar essas conexões, criando um ambiente onde tudo está próximo, inclusive as pessoas de seu networking. O Eco Opus sintetiza a maturidade que a Eco desenvolveu nesses 25 anos: uma construtora que busca desenvolver projetos conectados à cidade, às pessoas e à forma como elas querem viver bem hoje”, completa o também sócio Carlos Feitosa.



