A Boeing entregou 64 aeronaves em junho de 2026, o que elevou o total do primeiro semestre para 310 unidades, o maior número desde 2019. O resultado representa uma recuperação significativa para a fabricante americana, que enfrentou desafios de produção e qualidade nos últimos anos.
Detalhes das entregas
Das 64 aeronaves entregues em junho, 52 foram do modelo 737 MAX, o principal produto da empresa. Outras seis foram do 787 Dreamliner, três do 777 e duas do 767. A empresa também entregou um jato executivo 737 BBJ. O total de entregas no primeiro semestre de 2026 foi de 310 aeronaves, ante 266 no mesmo período de 2025, um aumento de 16,5%.
Pedidos e carteira
Em junho, a Boeing registrou 41 pedidos líquidos, após descontar cancelamentos. No semestre, os pedidos líquidos somaram 287 aeronaves. A carteira de pedidos da empresa encerrou junho com 5.800 aeronaves não entregues, avaliadas em US$ 400 bilhões. A empresa destacou que a demanda por aeronaves comerciais continua forte, impulsionada pela recuperação do tráfego aéreo global.
Contexto e perspectivas
As entregas de junho e do semestre são as mais altas desde 2019, antes dos problemas com o 737 MAX e da pandemia. Segundo a Boeing, a empresa está focada em aumentar a produção e melhorar a qualidade. A expectativa é que as entregas continuem crescendo no segundo semestre, com a meta de atingir 600 aeronaves no ano. A fabricante também trabalha para certificar novas versões do 737 MAX e do 777X.



