Alta de custos exige estratégia nas viagens corporativas
Alta de custos exige estratégia nas viagens corporativas

Cenário de custos elevados pressiona o setor

O aumento dos custos está forçando empresas a repensarem suas estratégias de viagens corporativas. De acordo com uma pesquisa recente da Global Business Travel Association (GBTA), o otimismo do setor para 2026 caiu significativamente, refletindo a pressão financeira sobre as organizações.

Thiago Marteletto, diretor da Live Viagens, destaca que a gestão de viagens corporativas enfrenta desafios cada vez maiores em um cenário de controle financeiro mais rígido. "As empresas precisam equilibrar a necessidade de deslocamentos com a contenção de despesas, sem comprometer a produtividade", afirma.

Pesquisa da GBTA revela queda no otimismo

A pesquisa da GBTA, que ouviu gestores de viagens de diversas empresas, apontou que apenas 45% dos entrevistados estão otimistas quanto ao crescimento do setor em 2026, uma queda de 12 pontos percentuais em relação ao ano anterior. O principal motivo apontado é o aumento dos custos com passagens aéreas, hospedagem e alimentação.

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Marteletto explica que a Live Viagens tem observado um movimento de busca por soluções mais eficientes. "Estamos vendo empresas adotarem políticas de viagens mais rígidas, com aprovações prévias e uso de ferramentas de análise de dados para identificar oportunidades de economia", comenta.

Estratégias para enfrentar a alta de custos

Diante desse cenário, especialistas recomendam a adoção de estratégias como negociação de tarifas corporativas, uso de programas de fidelidade e incentivo ao agendamento antecipado. Além disso, a tecnologia tem papel fundamental na otimização dos processos.

"A integração de sistemas de gestão de viagens com ferramentas de inteligência artificial pode ajudar a prever gastos e sugerir alternativas mais baratas", acrescenta Marteletto. A Live Viagens, por exemplo, oferece uma plataforma que permite o monitoramento em tempo real dos gastos e a comparação de preços.

Impacto nas empresas e no mercado

A redução do otimismo no setor de viagens corporativas reflete um momento de cautela. Empresas de todos os portes estão revendo seus orçamentos e priorizando viagens essenciais. Isso pode impactar não apenas as agências de viagens, mas também hotéis, companhias aéreas e outros prestadores de serviços.

"O mercado está se adaptando a uma nova realidade, onde cada real gasto precisa ser justificado. Quem conseguir oferecer soluções que aliem economia e eficiência terá vantagem competitiva", conclui Marteletto.

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