Bets online geram endividamento e miséria entre pobres no Brasil
Bets online geram endividamento e miséria entre pobres

Nas décadas de 1930 e 1940, funcionavam no Brasil cassinos que geravam empregos e lucro para municípios e União, a despeito das teses polêmicas que sempre envolveram os “jogos de azar”. Eram localizados em locais turísticos sofisticados, em ambientes frequentados pela elite, a mesma que hoje, com a ausência de cassinos por aqui, aposta in loco em países vizinhos como Argentina, Uruguai ou Chile, elevando a renda desses locais com jogos e turismo.

Proibição dos cassinos e regulamentação das bets

Depois da proibição dos cassinos no Brasil em 1946, sob a alegação de que eram “nocivos à moral e aos bons costumes”, houve tentativas frustradas para a sua liberação nos mesmos moldes de antes (em hotéis de luxo e resorts de cidades turísticas), visando novamente a atrair clientes com maior poder econômico. Em vez disso, o governo federal optou pelo caminho mais fácil: o de implantação de jogos no varejo, regulamentando em 2023 as bets online, de alcance generalizado. Com essa decisão, trouxe para o povo de baixa renda endividamento, miséria e um consequente prejuízo para a economia brasileira.

Edson Scorcelli, de São Paulo, critica a jogatina predadora: “As bets se utilizam da inocência e dos sonhos de milhares de pessoas para levá-las à bancarrota e ao desespero, para beneficiar os poucos que enchem seus bolsos vendendo ilusões aos incautos.”

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Política de cotas na carreira universitária

Adilson Roberto Gonçalves, de Campinas, defende a reserva de vagas para pretos, pardos e indígenas (PPI) na carreira docente da Unesp. Ele afirma que “o sucesso da política de cotas nas universidades é inquestionável, haja vista o aumento da heterogeneidade das linhas de pesquisa e das pessoas que lá passaram a atuar, sem comprometer a excelência acadêmica”. Segundo ele, “passamos a estudar o que antes nem sequer era conhecido. Isso não teria acontecido sem as cotas.”

Em contraponto, José Elias Laier, de São Carlos, cita o exemplo americano: “Nunca é demais lembrar que nos Estados Unidos, onde as cotas raciais foram criadas, elas não existem mais.”

Copa 2026 e mérito esportivo

Ademir Valezi, de São Paulo, reflete sobre o futebol brasileiro: “Não perdemos apenas mais uma Copa, mas a sensação de sermos inigualáveis. Espertalhão é quem garantiu o contrato até o próximo Mundial ao preço de milhões de reais por mês.”

Jose Rubens de Macedo Soares Sobrinho, também de São Paulo, critica a seleção brasileira e a arbitragem: “Esta Copa não será conhecida por Neymar nem por outros jogadores. Ficará conhecida como a Copa da má arbitragem e da submissão da Fifa ao governo Trump.”

Outros temas: STF, reeleição, educação

Arcangelo Sforcin Filho, de São Paulo, critica o Supremo Tribunal Federal: “No STF, a única certeza é que tudo são dúvidas. Até a Constituição parece ser genérica.”

Clovis Moreira Maia, de São Paulo, alerta sobre a reeleição: “Se não se retirar da disputa eleitoral, Flávio Bolsonaro será o grande responsável pela reeleição do atual presidente.”

Deri Lemos Maia, de Araçatuba, destaca o desafio educacional: “Segundo estudo da Rede EJA e Inclusão Produtiva, cerca de 64 milhões de jovens e adultos estão fora da escola e não concluíram a educação básica.”

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