Tesouro não paga tanto desde Dilma: IPCA+8% é imperdível? Selic a 14,25%?
Tesouro não paga tanto desde Dilma: IPCA+8% é imperdível?

O Tesouro Direto voltou a pagar taxas que não eram vistas desde o governo Dilma. Com o IPCA+8% disponível, muitos investidores se perguntam se essa é uma oportunidade imperdível. A Selic pode chegar a 14,25% ao ano, o que muda completamente o cenário de juros, inflação e orçamento.

Cenário de juros e inflação

A inflação medida pelo IPCA segue pressionada, e o Banco Central sinaliza novos aumentos na Selic. Isso torna os títulos atrelados à inflação ainda mais atrativos. O IPCA+8% oferece um prêmio real elevado, algo raro nos últimos anos.

O que dizem os especialistas

Economistas alertam para a "bomba-relógio da inflação", como afirma o economista-chefe da XP Asset. A alta de juros nos EUA e a instabilidade política no Brasil contribuem para a volatilidade. A XP recomenda cautela, mas vê valor nos títulos IPCA+ para prazos mais longos.

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Impacto no orçamento

Com juros altos, o governo enfrenta maior custo da dívida, o que pode pressionar o orçamento. Por outro lado, investidores se beneficiam com rendimentos maiores. A decisão de comprar, esperar ou sair depende do perfil de cada um.

Alternativas de investimento

Além do Tesouro, ações como Brava, Totvs, Banrisul e Iguatemi estão no radar. O Bitcoin desabou, mas especialistas veem oportunidades. A renda fixa continua sendo a preferida dos conservadores, enquanto a Bolsa oferece riscos maiores.

Conclusão

O IPCA+8% é uma taxa histórica, mas é preciso avaliar o cenário macroeconômico. A Selic em 14,25% torna a renda fixa atraente, mas a inflação futura e o risco fiscal devem ser monitorados. Consulte um assessor antes de investir.

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