Fim da isenção de LCI e LCA em 2026 reduz retorno dos investimentos
Fim da isenção de LCI e LCA em 2026 reduz retorno

Fim da isenção de LCI e LCA em 2026

As Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e do Agronegócio (LCA) deixarão de ser isentas de Imposto de Renda a partir de 2026, conforme mudança na legislação. A medida reduz a rentabilidade líquida desses papéis, que eram populares por sua vantagem fiscal. Especialistas apontam que investidores devem buscar alternativas, como CDBs e Tesouro Direto, para manter a eficiência tributária.

Impacto nos investidores

Com a tributação, a rentabilidade real de LCIs e LCAs cai, especialmente para quem está na faixa mais alta de IR. Segundo analistas, a migração para outros ativos pode aquecer o mercado de crédito privado. A decisão faz parte de uma revisão mais ampla de benefícios fiscais, visando aumentar a arrecadação federal.

Alternativas no mercado

Entre as opções, destacam-se os CDBs com liquidez diária e as debêntures incentivadas, que mantêm isenção para infraestrutura. O Tesouro IPCA+ também ganha atratividade, como mencionado por Magalhães, da Guepardo: "Prefiro ganhar IPCA + 15% em ações ao Tesouro IPCA+", embora a preferência seja por ações. Já Ivo Chermont, da Quantitas, avalia que o governo Lula está indo para o "all in" no fiscal, o que pode influenciar o mercado de juros.

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