O mercado de emissão bancária na plataforma da XP oferece, nesta quarta-feira (1), CDBs com taxas prefixadas de até 14,450% ao ano com vencimento em 12 meses. Títulos de inflação pagam até IPCA+ 8,550% em 1 ano, e os pós-fixados rendem até 106% do CDI em mais de 12 meses.
LCAs e LCIs disponíveis
As LCAs contam com taxas prefixadas de até 12,000% ao ano em mais de 1 ano, enquanto as pós-fixadas pagam até 84,5% do CDI em mais de 12 meses. Já as LCIs prefixadas rendem até 12,000% ao ano em 1 ano, e as pós-fixadas pagam até 87% do CDI com vencimento em mais de 1 ano.
Opções de renda fixa na XP
Entre as opções destacadas estão: CDB FIBRA com taxa CDI + 0,100% e vencimento em junho/2030; CDB BANCO C6 CONSIGNADO S.A. com taxa de 102% do CDI e vencimento em junho/2032; e LCA SICOOB com taxa de 92% do CDI e vencimento em abril/2033. As ofertas são limitadas à capacidade disponível do produto nesta quarta-feira.
Cenário de juros futuros
As taxas dos juros futuros (DIs) fecharam a terça-feira (30) em queda, com destaque para os vencimentos curtos e intermediários. O movimento ocorreu após o Caged mostrar abertura de 72.960 vagas formais em maio, abaixo da expectativa de 115 mil, reforçando a percepção de desaceleração econômica e aumentando as apostas de um corte de 0,25 ponto percentual na Selic na reunião de agosto do Copom.
Segundo dados do Ministério do Trabalho, a criação de empregos formais ficou aquém do esperado, o que levou o mercado a enxergar maior espaço para o Banco Central seguir o ciclo de flexibilização monetária. O DI para janeiro de 2028 caiu 10 pontos-base, para 14,005%, acumulando a sétima sessão consecutiva de queda.
Impacto na curva de juros
A ponta longa da curva também registrou fechamento, embora em menor intensidade. O DI para janeiro de 2035 recuou 8 pontos-base, para 14,20%, contrariando o movimento dos Treasuries, cujos rendimentos avançaram diante de incertezas geopolíticas no Oriente Médio e dados fortes do mercado de trabalho dos EUA.
O alívio nos juros domésticos ocorreu apesar da divulgação de dados fiscais mais fracos. O setor público consolidado registrou déficit primário de R$ 56,1 bilhões em maio, acima das projeções, enquanto a dívida bruta alcançou 81,1% do PIB. Os números reforçaram preocupações com a trajetória das contas públicas, mas tiveram impacto limitado sobre a curva.
Durante a tarde, o governo anunciou o fim do subsídio de R$ 0,35 por litro ao diesel, medida adotada durante o período de maior pressão sobre os combustíveis causada pelo conflito no Oriente Médio. A decisão contribuiu para reduzir preocupações com a inflação no curto prazo.
Com isso, a curva de juros voltou a fechar em toda a extensão, liderada pelos vencimentos curtos e intermediários, refletindo a combinação de atividade econômica mais fraca, expectativa crescente de corte da Selic e um mercado que, nesta sessão, deu menos peso ao cenário fiscal e ao avanço dos juros americanos.
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