PF: Banco Digimais de Edir Macedo tentou induzir a erro investidores e BC
PF: Banco Digimais tentou induzir a erro investidores e BC

Fraude financeira no Banco Digimais é alvo da Polícia Federal

A Polícia Federal revelou que o Banco Digimais, vinculado ao bispo Edir Macedo, tentou 'induzir a erro' investidores e o Banco Central ao maquiar sua real situação financeira. A conclusão faz parte da Operação Miragem, deflagrada nesta terça-feira, que cumpriu mandados de busca e apreensão em endereços ligados à instituição.

Operação Miragem congela R$ 670 milhões em bens

Durante a operação, a PF conseguiu o bloqueio judicial de bens no valor de até R$ 670 milhões. A suspeita é de que o banco utilizou 'engenharia financeira' para burlar normas do setor, inflando artificialmente seu patrimônio para aparentar solidez financeira que não correspondia à realidade.

Defesa do Digimais afirma compromisso com a transparência

Em nota, o Banco Digimais declarou que 'reafirma seu compromisso com a transparência, a conformidade regulatória e a plena colaboração com as autoridades competentes'. A instituição disse ainda que 'confia na apuração dos fatos' e que 'todas as suas operações sempre foram pautadas pela ética e pela legalidade'.

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Contexto da investigação

O banco foi vendido recentemente ao BTG Pactual, mas as investigações continuam sobre o período anterior à negociação. A PF apura se houve crime contra o sistema financeiro nacional, gestão fraudulenta e uso de informações privilegiadas. O caso corre sob sigilo na Justiça Federal de São Paulo.

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