CDBs da XP pagam até 14,75% ao ano; LCIs e LCAs também disponíveis
XP oferece CDBs com taxas de até 14,75% ao ano

O mercado de emissão bancária na plataforma da XP oferece, nesta segunda-feira (29), CDBs com taxas prefixadas de até 14,750% ao ano, com vencimento superior a 12 meses. Títulos de inflação pagam até IPCA+ 8,650% em mais de um ano, enquanto os pós-fixados rendem até 107% do CDI no mesmo prazo.

LCAs e LCIs disponíveis na plataforma

As LCAs atreladas à inflação oferecem até IPCA+ 6,430% em um ano, e as pós-fixadas pagam até 87% do CDI em mais de 12 meses. Já as LCIs prefixadas rendem até 12,000% em um ano, e as pós-fixadas pagam até 87% do CDI com vencimento superior a um ano.

Ofertas específicas do dia

Entre as opções de renda fixa bancária, destacam-se: LCI do Banco XP S.A. com taxa de 81% do CDI e vencimento em dezembro de 2026; CDB Pine com taxa de 102% do CDI e vencimento em junho de 2028; e CDB Fibra com taxa de CDI + 0,100% e vencimento em junho de 2033. As ofertas são limitadas à capacidade disponível do produto nesta segunda-feira.

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Cenário de juros futuros

As taxas dos juros futuros (DIs) caíram na sexta-feira (26), especialmente nos vencimentos curtos e intermediários, com o mercado reforçando apostas de um novo corte de 0,25 ponto percentual da Selic em agosto. O movimento foi favorecido pela queda do petróleo no mercado internacional, aliviando expectativas de inflação.

A percepção de que o Banco Central pode retomar a flexibilização monetária ganhou força após o IPCA-15 de junho mostrar desaceleração da inflação e melhora em indicadores como núcleos e inflação de serviços. Declarações recentes de dirigentes do BC reforçaram que não há decisão prévia sobre os próximos passos da Selic, embora o mercado tenha ampliado as apostas em um novo corte.

Movimento na curva de juros

Na curva de juros, o movimento concentrou-se na ponta curta e intermediária, mais sensível às expectativas de política monetária. O DI para janeiro de 2028 recuou 11 pontos-base, para 14,14%, acumulando queda de 67 pontos-base na semana. Já a ponta longa apresentou estabilidade, com o DI para janeiro de 2035 encerrando praticamente inalterado em 14,315%.

O comportamento refletiu a cautela dos investidores, apesar da melhora recente da curva, em um ambiente de monitoramento da atuação do Tesouro Nacional após o cancelamento do leilão de NTN-B na semana passada. No exterior, a queda do petróleo Brent para a faixa de US$ 72 por barril e o recuo dos rendimentos dos Treasuries contribuíram para o alívio dos juros domésticos.

Dados como a taxa de desemprego no Brasil e a evolução da dívida pública tiveram impacto limitado. A curva encerrou a semana com novo fechamento dos vértices curtos e intermediários, refletindo a consolidação das expectativas de afrouxamento monetário, enquanto os juros longos permaneceram estáveis.

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