Professora é acusada de amarrar e vendar aluno de 10 anos em abuso
Professora acusada de amarrar aluno de 10 anos em abuso

Uma professora casada está sendo acusada de ter vendado e amarrado à cama que dividia com o marido um aluno de 10 anos durante abuso sexual ocorrido há 35 anos. O caso chegou à Justiça em 2024, após a vítima, hoje adulta, decidir relatar o que viveu com Deborah Franklin, atualmente com 65 anos, conforme contou o jornal britânico The Sun.

O início da relação

O denunciante, emocionado, contou aos jurados que tinha apenas 9 anos quando desenvolveu uma "forte amizade" com a sua professora — descrita como "muito sociável" —, que também se tornou sua professora particular em Hertfordshire, Inglaterra, no início da década de 1990. A relação rapidamente evoluiu para "sussurros" e "piadas" de cunho inapropriado. "Ela falava sobre drogas, cigarros, sexo. Coisas muito adultas", alegou ele, acrescentando ser a "vítima perfeita".

Manipulação e primeiros abusos

Num episódio, contou a vítima, Deborah zombou dele após perder uma aposta: "Ela disse: 'Estou muito surpresa que seja isso o que você quer. Eu teria pensado que você queria me ver sem roupa'". Embora hoje perceba que foi vítima de "muita manipulação", o denunciante disse que à época Deborah fazia com que ele se sentisse "sua namorada". Ele afirmou que ela o beijou na boca pela primeira vez na garagem dele — e logo depois: "Lembro-me de que ela estava sem roupa e me ensinando como tocar uma mulher". "Lembro-me de ela apenas me dizer o que fazer, e eu simplesmente fazia", testemunhou ele.

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Abuso com vendas e amarras

O denunciante declarou que eles tiveram "relações sexuais" quando ele tinha apenas 10 anos, tanto no quarto do irmão dele quanto na própria casa da professora. Um dia foi destacado: "Ela me pediu para subir na cama. Acho que era a cama de casal dela. Lembro-me de ela me amarrar. De amarrar meus braços. Ela tinha uma pena. Uma espécie de luvas com penas e pele. Ela fazia cócegas em mim. Lembro-me de estar amarrado à cama e de olhos vendados. Acho que eu não fazia ideia do que estava acontecendo. Eu simplesmente deixava rolar e confiava nela."

Duração do abuso

Eles continuaram mantendo relações sexuais por cerca de quatro anos — incluindo uma vez em que "a professora chamou pelo nome do marido". O caso segue em julgamento, e Deborah Franklin nega as acusações, segundo o The Sun.

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