Preso suspeito de estuprar criança de 3 anos em Rio Branco
Preso suspeito de estuprar criança de 3 anos no Acre

Homem é preso suspeito de estuprar criança de 3 anos em Rio Branco

Um homem de 48 anos foi preso na terça-feira (30), no bairro Triângulo, Segundo Distrito de Rio Branco, suspeito de estuprar uma criança de 3 anos. A prisão preventiva foi realizada pela Polícia Civil do Acre, e o suspeito também é investigado por atos semelhantes contra outras crianças.

Como o crime foi descoberto

De acordo com a delegada Fabíola Coutinho, titular da Delegacia de Atendimento à Criança e Adolescente Vítima (Decav), o suspeito morava próximo à casa da vítima e frequentava a residência da família, sendo amigo dos pais da criança. O crime veio à tona após a própria criança relatar que, em um momento em que ficou sozinha com o homem, foi forçada a tocar suas partes íntimas. O suspeito ainda ameaçou a vítima para que mantivesse o ato em segredo.

Investigação revela histórico de abusos

Durante as investigações, a polícia descobriu que o homem já havia abusado de outras crianças no antigo local onde morava, utilizando o mesmo modus operandi. “O investigado costumava ficar despido dentro de sua residência e atraía as crianças da vizinhança para que assistissem a filmes pornográficos com ele. Para garantir o silêncio dos menores, ele utilizava de violência psicológica extrema, ameaçando matá-los caso contassem o ocorrido a alguém”, afirmou a delegada.

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Procedimentos legais

Após a prisão, o suspeito foi conduzido à delegacia para os procedimentos necessários e encaminhado ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça. A prisão preventiva tem validade inicial de 90 dias, podendo ser prorrogada conforme análise judicial. A identidade do homem não foi divulgada, e o g1 não conseguiu localizar a defesa dele.

Canais de denúncia

A Polícia Civil reforça a importância de denunciar casos de violência sexual contra crianças e adolescentes. Os canais disponíveis incluem: Polícia Militar (190), Samu (192), delegacias especializadas, Disque 100 (denúncia anônima), WhatsApp do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos (61) 99656-5008, além de profissionais de saúde que devem fazer notificação compulsória.

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