Perícia em celulares de parentes de menino envenenado na Baixada
Perícia em celulares de parentes de menino envenenado

A Polícia Civil do Rio de Janeiro aguarda o resultado da perícia realizada nos celulares de parentes de Arthur de Mello da Silva, o menino de 11 anos que morreu no último dia 11 após permanecer internado por 11 dias em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. As investigações apontam para a suspeita de envenenamento.

Exames toxicológicos revelam substâncias tóxicas

Exames toxicológicos realizados no corpo da vítima detectaram a presença de lidocaína, midazolam e terbufós-sulfóxido. De acordo com a polícia, essas substâncias sugerem um quadro de envenenamento. A lidocaína é um anestésico local, o midazolam é um sedativo, e o terbufós-sulfóxido é um metabólito de um pesticida organofosforado, altamente tóxico.

Investigação foca nos últimos dias de Arthur

Os agentes estão reconstruindo os últimos dias de Arthur para entender como as substâncias foram ingeridas. Uma das linhas de investigação aponta para a possibilidade de um bolo envenenado. A polícia busca esclarecer se o menino consumiu o alimento em casa ou em outro local, e quem teria acesso às substâncias.

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Até o momento, nenhum suspeito foi preso. A perícia nos aparelhos celulares dos familiares pode fornecer pistas sobre conversas, mensagens ou registros que ajudem a elucidar o caso.

Família presta depoimento

Parentes de Arthur já prestaram depoimento à polícia. Eles negam envolvimento no ocorrido e afirmam estar colaborando com as investigações. A polícia não descarta nenhuma hipótese, incluindo a possibilidade de envenenamento acidental ou intencional.

O caso segue sob sigilo, mas a expectativa é que o laudo pericial dos celulares fique pronto nos próximos dias.

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