Equador: depósito de cadáveres a céu aberto chama 'Canal da Morte'
Equador: 'Canal da Morte' expõe crise de segurança

No Equador, a violência atingiu níveis tão alarmantes que um canal de irrigação em Guayaquil se transformou em um depósito de cadáveres a céu aberto, conhecido como 'Canal da Morte'. Em 2025, o país registrou uma média de um homicídio por hora, segundo dados oficiais.

O 'Canal da Morte' e o medo dos moradores

Localizado no bairro Nueva Prosperina, o canal foi originalmente construído para irrigação, mas hoje é usado por grupos criminosos para descartar corpos. A pastora evangélica Eva Sevillano, moradora da região, desabafou: 'Nosso único pecado é sermos negros'. Ela relata que os criminosos controlam a área e que a polícia é conivente ou impotente.

Crise de segurança e críticas ao governo

O presidente Daniel Noboa enfrenta críticas por sua estratégia de combate ao crime, que inclui abusos policiais. Moradores afirmam que a polícia está 'nas mãos dos criminosos', gerando desconfiança e medo. A situação reflete a crise de segurança que assola o Equador, com o 'Canal da Morte' como símbolo da barbárie.

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