A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) divulgou que as passagens aéreas registraram aumento de 11,2% em maio, pressionando o orçamento dos viajantes. O dado faz parte de um dia movimentado no noticiário econômico e político.
Mercado corporativo e tecnologia
A Microsoft anunciou a demissão de 4,8 mil funcionários, mas negou que os cortes sejam uma simples troca de postos por inteligência artificial. A empresa afirma que está readequando suas prioridades. Enquanto isso, a Sky comprou o braço de mídia da ITV por 1,6 bilhão de libras, buscando rivalizar com plataformas de streaming.
Política e relações internacionais
O governo brasileiro decidiu enviar um observador para a audiência nos Estados Unidos que ouvirá Flávio Bolsonaro. A audiência, marcada para os próximos dias, envolve argumentações e registro oficial. No cenário internacional, o grupo Hamas dissolveu o governo de Gaza, pressionando por avanços no plano de paz. Já Donald Trump afirmou que uma solução para a guerra na Ucrânia está mais próxima do que se imagina e que haverá um acordo com o Irã, caso contrário os EUA "terminarão o serviço".
Esportes e Copa do Mundo
Trump criticou o árbitro brasileiro responsável pela expulsão de um jogador americano, classificando a decisão como "suspeita". No futebol, Marquinhos dividiu a culpa da derrota com veteranos e pode não voltar à Copa em 2030. O Uruguai tem o maior jejum entre títulos da Copa do Mundo, enquanto o Brasil é o 3º colocado nesse ranking.
Investimentos e economia
O JPMorgan vê chance de recuperação tática na Bolsa e aponta ações com risco de short squeeze. O Goldman Sachs vê o Brasil como protagonista do petróleo e reforça a compra de Petrobras. Já o Morgan Stanley vê oportunidades após a correção do petróleo e eleva a recomendação da PRIO para compra. No mercado de renda fixa, as taxas de CDBs, LCIs e LCAs na XP foram atualizadas após o corte na projeção de inflação.
Finanças pessoais e pequenas empresas
O Simples Nacional "congelado" ameaça pequenas empresas com tributação indireta. Micro e pequenas empresas e negócios maduros concentram o endividamento no País. Para quem planeja férias, o dólar a R$ 5,20 exige atenção para que a variação cambial não estrague os planos.



