Um homem de 38 anos foi preso em Rondonópolis, a 215 km de Cuiabá, suspeito de violentar sexualmente uma adolescente de 16 anos durante uma falsa corrida de motocicleta por aplicativo, ocorrida nesta segunda-feira (27). A identidade do suspeito não foi divulgada pela Polícia Militar.
Vítima aceitou corrida após ser abordada pelo suspeito
Segundo a Polícia Militar, a adolescente contou que havia sido enviada pelo empregador a uma agência dos Correios, no Jardim Santa Marta, para fazer uma entrega. Após concluir o serviço, perdeu o ônibus que usaria para retornar ao trabalho. Nesse momento, o suspeito se aproximou, disse que trabalhava como motociclista de aplicativo e ofereceu uma corrida. De acordo com o relato da vítima, ela aceitou o transporte após insistência do homem. A jovem, então, subiu na garupa da moto, acreditando que seria levada de volta ao trabalho.
Durante o trajeto, vítima sofreu violência sexual
O suspeito não seguiu o destino informado e passou a circular por diferentes ruas, além de fazer várias paradas, mantendo a adolescente contra a vontade dela. Ainda conforme a vítima, durante o trajeto ela foi vítima de violência sexual. O homem só a deixou nas proximidades do shopping, no bairro Sagrada Família.
Vídeos gravados pela vítima levaram à prisão
Conforme o boletim de ocorrência, a adolescente conseguiu gravar, de forma discreta, vídeos da moto e do suspeito, registrando as características do veículo e a placa. Com as informações, os policiais iniciaram buscas e localizaram o homem em um estabelecimento comercial na Avenida Rotary Internacional. No local, também foi encontrada uma moto com as mesmas características informadas pela vítima. Segundo a PM, a adolescente reconheceu o homem como autor do crime.
Ele foi preso e encaminhado à 1ª Delegacia de Polícia Civil, onde o caso foi registrado. A moto usada na ação foi apreendida e levada para um pátio conveniado com a Polícia Civil. Imagens do programa Vigia Mais e os vídeos gravados pela vítima também foram anexados à investigação. O caso deve ser investigado pela Polícia Civil. A adolescente recebeu atendimento médico e psicológico, conforme protocolo para vítimas de violência sexual.



