Presos suspeitos de matar agiota e ocultar corpo no Inferninho em MS
Presos suspeitos de matar agiota e ocultar corpo em MS

A Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) prendeu, nesta terça-feira (14), quatro suspeitos de matar e ocultar o corpo de Giovana Castura Werner, de 52 anos. O corpo foi encontrado na região da Cachoeira do Inferninho, em Campo Grande.

Detalhes da prisão e perfil dos suspeitos

Segundo o delegado responsável pelo caso, Caio Macedo, os presos têm 35, 26, 20 e 19 anos. Entre eles está o 'filho do coração' da vítima. A investigação aponta que Giovana atuava como agiota e havia cobrado uma dívida pouco antes de ser morta.

Familiares relataram que, na véspera do crime, Giovana saiu de casa dizendo que faria cobranças.

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Evidências encontradas no veículo

No dia seguinte ao crime, policiais da DHPP localizaram o carro usado pela vítima. O veículo estava abandonado em um local diferente de onde o corpo foi encontrado. Dentro dele, os investigadores encontraram vestígios de sangue, uma arma de fogo e uma pá.

Durante a perícia, os policiais não encontraram o celular da vítima. Depois, identificaram transferências bancárias feitas após a morte de Giovana para a conta de um dos suspeitos. Segundo a investigação, ele distribuiu o dinheiro entre os demais envolvidos.

Papel do 'filho do coração'

De acordo com o delegado, o suspeito apontado como líder do grupo sabia a senha bancária da vítima. Segundo a polícia, Giovana o considerava um 'filho do coração', o que teria facilitado as transferências.

Operação e confissões

Durante a operação, realizada nesta terça-feira (14), os policiais cumpriram quatro mandados de prisão temporária e cinco de busca e apreensão. Durante as investigações, a DHPP identificou um quinto suspeito. Segundo a polícia, ele teria ajudado a ocultar o corpo e o veículo usado no crime em troca de R$ 500.

Quatro suspeitos confessaram participação no crime durante os interrogatórios. No entanto, as versões apresentadas são diferentes e ainda serão apuradas pela polícia. O 'filho do coração' da vítima, apontado pela polícia como líder do grupo, negou participação no crime. Ele afirmou que foi incriminado e apresentou uma versão diferente das provas reunidas pelos investigadores. O caso continua em investigação.

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